Notícia do jornal i:
Bruxelas aprova 35 milhões de euros para modernizar ferrovia entre Porto e Vigo
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/bruxelas-aprova-35-milhoes-euros-modernizar-ferrovia-entre-porto-vigo
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05 dezembro, 2014
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18 dezembro, 2013
Novos horários da CP | Nota de Imprensa
A Associação Comboios XXI, na sua missão de salvaguarda dos direitos dos utentes dos caminhos de ferro em Portugal, nunca deixou de analisar e de se pronunciar sobre os novos horários lançados pelos operadores ferroviários. Neste caso foi a CP que anunciou alterações aos horários em comboios urbanos, regionais e de longo-curso. Em relação a estas alterações, cabe-nos dizer:
Serviço Urbano
-congratulamo-nos por ver que os objectivos da petição lançada pela Comboios XXI (Petição Comboios Expresso para Guimarães) começam paulatinamente a ser aplicados pela CP. Depois de, há um ano, ter sido lançado o comboio expresso no sentido Porto - Guimarães (ao fim da tarde), é agora anunciado o comboio expresso no sentido contrário, no início da manhã. Esperamos agora que este conceito de comboio rápido, já presente nas outras linhas de Urbanos do Porto, se estenda ao resto do horário, nos dois sentidos. Está em formação uma comissão de utentes no seio da Comboios XXI que atenderá a estas e a outras questões da Linha de Guimarães.
-em relação à Linha de Braga, os comboios que páram em todas as estações continuam a realizar tempos incompreensíveis (1 hora e 11 minutos), conhecendo-se as boas condições da linha actual (com modernização e recente supressão do constrangimento na Trofa) e as composições modernas. A Comboios XXI continua a reivindicar uma ligação capaz de competir com a rodovia, que faça a ligação rápida entre 40 / 50 minutos.
Serviço Intercidades
-uma linha equilibrada inclui uma miríade de serviços, e a Linha de Braga era, desde há muitos anos, uma linha desequilibrada. Era servida apenas por comboios Urbanos e Alfa-Pendular, este último na ligação a Lisboa. Foi agora anunciada a ligação (também a Lisboa) com o serviço Intercidades, que permite uma ligação mais acessível em termos económicos e que serve mais estações que o Alfa-Pendular. Esta ligação (uma por dia em cada sentido) consistiu no prolongamento a Braga de duas ligações Intercidades já existentes, que ligavam o Porto a Lisboa. Esta estratégia (prolongar ligações existentes) é já pedida há muito tempo pelos associados da Comboios XXI, não só para esta como para muitas outras ligações.
Serviço Regional e Interregional
-alguns comboios procedentes das Linhas do Douro, Minho e Beira Alta sofreram ajustes para se encadearem não só com comboios de longo-curso mas também com ligações à Figueira da Foz, no caso de Coimbra. Esperamos que esta concertação de horários se prolongue a todo o país e faça das linhas ‘regionais’ verdadeiras linhas de caminho de ferro, modernas e eficazes.
Serviço Internacional
-o recentemente lançado ‘Comboio Celta’, ligando o Porto a Vigo, continua a merecer da nossa parte uma total reprovação: por um lado, o facto de não realizar paragens entre as referidas cidades torna-o dependente exclusivamente do tráfego de passageiros entre esses dois destinos; por outro lado, a tentativa da CP de corrigir esta situação (criando, em associação com a RENFE, um comboio entre Valença e Vigo que liga com os Interregionais vindos do Porto) não nos parece uma solução viável para os utilizadores que utilizem o comboio entre o Porto e Vigo. Assim, a Associação Comboios XXI exige que o serviço Celta passe a efetuar paragens em Nine, Barcelos, Viana do Castelo e Valença, de modo a tornar esta ligação mais apetecível e menos dada a fechos prematuros.
Como conclusão, gostaríamos de realçar que esta é das primeiras vezes que é lançado um horário novo e não se destacam fechos de linha nem supressão de ligações, mas antes melhorias reais no transporte ferroviário de passageiros em Portugal. Como sempre, a Comboios XXI está disponível para colaborar na elaboração de futuros horários.
Porto, 18 de Dezembro de 2013
a Direcção da ComboiosXXI
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07 maio, 2012
Modernizar a Ligação Ferroviária Internacional Porto / Vigo
Declaração
Modernizar a
Ligação Ferroviária Internacional Porto / Vigo
Potenciar a
euro-região Norte de Portugal – Galiza
Melhorar o
Serviço Ferroviário aos Utentes
A
Associação do Eixo Atlântico e a Associação de Utentes Combóios do
Século XXI reunidos hoje em Viana do Castelo com o objectivo de alertar os
governos de Portugal e de Espanha, na véspera da Cimeira Ibérica, vêem recordar
a necessidade da modernização da ligação ferroviária Porto Vigo, como
pressuposto para potenciar a euro-região Norte Portugal - Galiza:
É urgente e necessária uma ligação ferroviária moderna do
Século XXI, impondo-se a modernização da linha do Minho, entre Vigo
e Porto, que permitirá ligar ambas as cidades num tempo estimado de setenta e
cinco minutos, servindo todas as populações ao longo da ferrovia, de cerca de 2
milhões de habitantes da euro-região;
Esta ligação representa um pequeno
investimento financeiro dos inicialmente previstos para a
ligação ferroviária de alta velocidade Porto - Vigo, podendo ser reorientadas verbas
de fundos comunitários disponíveis ou afetar no próximo quadro comunitário de
apoio;
Este projeto das comunidades do Norte de
Portugal-Galiza é técnica e financeiramente viável e representa um fator essencial para o desenvolvimento e
competitividade económica e social desta euro-região e um serviço ferroviário de
proximidade para as populações locais;
A Associação de
Utentes Comboios do Século XXI chama a atenção para a brutal desigualdade que há entre
a Linha Porto-Braga ( eletrificada, via
dupla, sem passagens de nível e com comboios modernos) e a linha
Nine-Valença ainda não eletrificada, com
uma única via, cheia de passagens de nível e com comboios de meados do século
XX em muito mau estado.
Esta situação
dificulta a mobilidade de passageiros entre a Região Norte e a Galiza com prejuízos de toda a ordem
económica, social e outros, atingindo
mesmo a ligação entre universidades e instituições do ensino superior, devendo
notar-se que cada vez mais alunos e docentes
utilizam o transporte público quando ele reúne condições satisfatórias.
O
transporte, que é muito procurado, entre
Valença, Viana e Porto e vice-versa tem tempos de viagem excessivos e horários
desajustados que levam os utentes a
escolher outros meios, nomeadamente o automóvel. A
Associação Comboioios Século XXI entende que a linha tem grandes
potencialidades que estão atrofiadas por esta situação.
Viana do Castelo, 7 de Maio de 2012.
A Associação do Eixo Atlântico
A Associação Utentes Comboios do
Século XXI
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11 janeiro, 2012
Porto-Vigo à espera do dia 31...
No fim deste mês regressamos à mesma ansiedade de não saber se existirá ainda a última ligação internacional do Norte do país, sendo que todas as melhorias propostas pelos utentes e instituições da região relativas à Linha do Minho vão ficando pelo caminho, tal como sucede no Douro, no Oeste, no Alentejo e no Mondego.
Há um ciclo de desinvestimento que acabará por erodir em Portugal uma solução de transporte que prospera por todo o mundo.
Apesar disto vamos lendo notícias que dão conta do potencial da ligação, num momento em que é necessário o investimento em soluções que possam poupar ao Estado e aos cidadãos:
Há um ciclo de desinvestimento que acabará por erodir em Portugal uma solução de transporte que prospera por todo o mundo.
Apesar disto vamos lendo notícias que dão conta do potencial da ligação, num momento em que é necessário o investimento em soluções que possam poupar ao Estado e aos cidadãos:
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28 agosto, 2011
A importância da ligação ferroviária Porto-Vigo
A Associação Comboios XXI, associação de utentes dos transportes públicos ferroviários, vem chamar a atenção para os seguintes factos que não tem merecido a divulgação devida.
De Vigo para o Norte da Galiza (Santiago e Corunha) existem cerca de 20 ligações ferroviárias diárias em comboios rápidos, modernos e confortáveis, fazendo a ligação entre Vigo e Corunha em cerca de duas horas (200 km).
Do Porto para o Sul de Portugal (Coimbra-Lisboa) há também cerca de 20 ligações diárias em comboios Alfa ou Intercidades que fazem a ligação entre Porto e Lisboa em cerca de 3 horas (336 Km). Assim, de Vigo para Norte da Península e do Porto para Sul, há ligações ferroviárias que não sendo ainda excelentes são razoavelmente satisfatórias ( e as da Galiza vão melhorar muito mais dentro em breve).
O problema é exactamente a ligação Porto-Vigo. Entre estas duas cidades há apenas duas (2) ligações, uma ao princípio da manhã e outra ao fim da tarde que são feitas em comboios a diesel, de fraca qualidade e que demoram três horas a percorrer cerca de 170 quilómetros.
Galiza e Norte de Portugal estão assim de costas voltadas em termos de ligação ferroviária e isto só foi possível por desleixo de Portugal e da Espanha. Ao longo deste período não faltaram meios financeiros comunitários, nomeadamente para a cooperação transfronteiriça, hoje denominada cooperação territorial, que deveriam ter sido utilizados neste sector .
À luz da integração europeia, em que os dois países estão envolvidos, não tem qualquer justificação o anunciado encerramento da ligação entre Porto e Vigo (suspenso até Setembro…), devendo antes haver cooperação séria entre Portugal e Espanha para melhorar rapidamente essa ligação.
Para além dos efeitos positivos que essa boa ligação terá no desenvolvimento a todos os níveis da eurorregião Galiza-Norte de Portugal, ela é um direito dos cidadãos de um e outro lado do Minho.
A Associação Comboios XXI difundirá esta posição junto das entidades públicas e privadas mais directamente relacionadas com este problema e procurará dar o contributo que estiver ao seu alcance para a sua resolução.
A Comissão Directiva da Associação Comboios XXI
Braga, 25 de Agosto de 2011
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10 agosto, 2011
Comunicado Relativo ao Plano Nacional de Barragens
Transcrevemos aqui um comunicado, da responsabilidade do Movimento Cívico pela Linha do Tua, relativo à aplicação do Plano Nacional de Barragens.
O documento completo pode ser consultado aqui.
I
O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, anulou o contrato de construção do troço Poceirão
– Caia da linha de Alta Velocidade Lisboa – Madrid. Esta obra controversa, que tem figurado
como bandeira da polémica das Parcerias Público Privadas (PPP), representa um investimento de 1,7 mil milhões de euros, apenas uma fatia dos 4% de peso das PPP ferroviárias (cerca de 3 mil milhões de euros) no bolo total das PPP, a esmagadora maioria das quais lançadas nos Governos de José Sócrates (ver documento da Direcção Geral do Tesouro sobre as PPP em http://www.dgtf.pt/ResourcesUser/PPP/Documentos/Relatorios/2010/Relatorio_PPP_2010.pdf ).
Anteriormente orçados em 7 mil milhões de euros, e representando 12% do total das PPP, os
custos com os encargos a assumir pelo Estado (garantia de 30% das receitas esperadas
anualmente por cada barragem às respectivas concessionárias e subsídio à produção de energia eléctrica) e contribuintes (através de impostos e do aumento da tarifa eléctrica) com o
Plano Nacional de Barragens foram recalculados em 16 mil milhões de euros, quase 9,5 vezes
mais que o troço Poceirão – Caia, e cerca de 20% do total do pacote de ajuda externa a
Portugal.
(...)
Postos estes factos, exortamos directamente e com a máxima urgência que se impõe, o
Ministro da Economia e o Primeiro-Ministro a anularem o Plano Nacional de Barragens, sendo que o MCLT subscreve, em conjunto com mais nove ONG nacionais, um memorando a ser entregue ao Governo e à Troika nos próximos dias, contendo esta e mais informação sobre
esta negociata ruinosa e criminosa.
II
O MCLT - Movimento Cívico pela Linha do Tua, congratula-se e congratula a REFER pela sua
resposta, recebida no passado mês de Julho, a um ofício do MCLT de 28 de Março do corrente
ano, no qual indagámos esta empresa pública sobre as consequências das obras de
prolongamento da A4 sobre a Linha do Tua entre Mirandela e Bragança.
1 - Em resposta à vossa primeira questão, confirmamos haver interferências do projecto da
Auto-Estrada A4 com a Linha do Tua;
2 - No que diz respeito à sua segunda questão, informamos que a REFER em conjunto com o
consórcio CAET XXI CONSTRUÇÕES, A.C.E. a quem foi atribuída a execução do projecto, tem
vindo a avaliar e minimizar todas as situações de conflito, requerendo o restabelecimento da
continuidade da Linha do Tua sempre que o projecto da A4 ocupe todo o espaço canal.
III
O MCLT, juntamente com o MCLC – Movimento Cívico pela Linha do Corgo, vai endereçar ao
IMTT e ao Ministério da Economia uma queixa contra a CP, no seguimento do mapa abusivo
que esta continua a expor no seu site (http://www.cp.pt/StaticFiles/Imagens/PDF/Passageiros/mapas/mapa_servicos.pdf ), ilustrando uma Rede Ferroviária Nacional amputada das Linhas do Tâmega, Corgo e Tua, e do Ramal de Cantanhede.
A razão prende-se com a dualidade de critérios patente no tratamento das vias-férreas
encerradas temporariamente e que possuem serviços alternativos de transporte, via táxi ou
autocarro, a cargo da CP, uma vez que troços como o Ramal da Lousã ou a Linha da Beira Baixa entre a Covilhã e a Guarda encontram-se na mesma situação das supra citadas, e no entanto aparecem no mapa.
IV
Disposto a criar um novo paradigma social face ao caminho-de-ferro, no qual, à semelhança do que já se faz há anos noutros países mais desenvolvidos, a própria sociedade tem um papel
activo na exploração, conservação e gestão de troços ferroviários, o MCLT está a lançar as
bases para os seguintes projectos de voluntariado.
(...)
MCLT
Vila Real, 7 de Agosto de 2011
O documento completo pode ser consultado aqui.
I
O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, anulou o contrato de construção do troço Poceirão
– Caia da linha de Alta Velocidade Lisboa – Madrid. Esta obra controversa, que tem figurado
como bandeira da polémica das Parcerias Público Privadas (PPP), representa um investimento de 1,7 mil milhões de euros, apenas uma fatia dos 4% de peso das PPP ferroviárias (cerca de 3 mil milhões de euros) no bolo total das PPP, a esmagadora maioria das quais lançadas nos Governos de José Sócrates (ver documento da Direcção Geral do Tesouro sobre as PPP em http://www.dgtf.pt/ResourcesUser/PPP/Documentos/Relatorios/2010/Relatorio_PPP_2010.pdf ).
Anteriormente orçados em 7 mil milhões de euros, e representando 12% do total das PPP, os
custos com os encargos a assumir pelo Estado (garantia de 30% das receitas esperadas
anualmente por cada barragem às respectivas concessionárias e subsídio à produção de energia eléctrica) e contribuintes (através de impostos e do aumento da tarifa eléctrica) com o
Plano Nacional de Barragens foram recalculados em 16 mil milhões de euros, quase 9,5 vezes
mais que o troço Poceirão – Caia, e cerca de 20% do total do pacote de ajuda externa a
Portugal.
(...)
Postos estes factos, exortamos directamente e com a máxima urgência que se impõe, o
Ministro da Economia e o Primeiro-Ministro a anularem o Plano Nacional de Barragens, sendo que o MCLT subscreve, em conjunto com mais nove ONG nacionais, um memorando a ser entregue ao Governo e à Troika nos próximos dias, contendo esta e mais informação sobre
esta negociata ruinosa e criminosa.
II
O MCLT - Movimento Cívico pela Linha do Tua, congratula-se e congratula a REFER pela sua
resposta, recebida no passado mês de Julho, a um ofício do MCLT de 28 de Março do corrente
ano, no qual indagámos esta empresa pública sobre as consequências das obras de
prolongamento da A4 sobre a Linha do Tua entre Mirandela e Bragança.
1 - Em resposta à vossa primeira questão, confirmamos haver interferências do projecto da
Auto-Estrada A4 com a Linha do Tua;
2 - No que diz respeito à sua segunda questão, informamos que a REFER em conjunto com o
consórcio CAET XXI CONSTRUÇÕES, A.C.E. a quem foi atribuída a execução do projecto, tem
vindo a avaliar e minimizar todas as situações de conflito, requerendo o restabelecimento da
continuidade da Linha do Tua sempre que o projecto da A4 ocupe todo o espaço canal.
III
O MCLT, juntamente com o MCLC – Movimento Cívico pela Linha do Corgo, vai endereçar ao
IMTT e ao Ministério da Economia uma queixa contra a CP, no seguimento do mapa abusivo
que esta continua a expor no seu site (http://www.cp.pt/StaticFiles/Imagens/PDF/Passageiros/mapas/mapa_servicos.pdf ), ilustrando uma Rede Ferroviária Nacional amputada das Linhas do Tâmega, Corgo e Tua, e do Ramal de Cantanhede.
A razão prende-se com a dualidade de critérios patente no tratamento das vias-férreas
encerradas temporariamente e que possuem serviços alternativos de transporte, via táxi ou
autocarro, a cargo da CP, uma vez que troços como o Ramal da Lousã ou a Linha da Beira Baixa entre a Covilhã e a Guarda encontram-se na mesma situação das supra citadas, e no entanto aparecem no mapa.
IV
Disposto a criar um novo paradigma social face ao caminho-de-ferro, no qual, à semelhança do que já se faz há anos noutros países mais desenvolvidos, a própria sociedade tem um papel
activo na exploração, conservação e gestão de troços ferroviários, o MCLT está a lançar as
bases para os seguintes projectos de voluntariado.
(...)
MCLT
Vila Real, 7 de Agosto de 2011
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05 agosto, 2011
Manifesto de Viana
De imediato (Setembro de 2011) ou a muito curto prazo:
1. A melhoria da ligação ferroviária Porto-Vigo, pois dela resultará um melhor serviço de transporte e com ele uma muito maior utilização por parte dos passageiros.
2. A alteração dos horários actualmente existentes de forma a diminuir o tempo de ligação entre as duas cidades (Porto-Vigo) para cerca de 2,30h.
3. Aumentar de duas para três as ligações diárias entre as duas cidades.
4. Assegurar, por outro lado, a ligação de Vigo com Santiago de Compostela e a Corunha para haver uma ligação Porto-Corunha no máximo de 4 horas.
5. Assegurar o mesmo em sentido contrário de modo a haver uma ligação Corunha-Porto no máximo de 4 horas e depois continuação para sul (Aveiro, Coimbra, Lisboa).
6. Fazer a devida publicidade dessas ligações, seja na vertente quotidiana como na turística
7. Utilizar nesta via ferroviária material de transporte adequado, sendo de todo o interesse a utilização de composições modernas e providas do conforto adequado a um serviço internacional de longo curso.
A médio prazo:
1. Electrificação do troço Nine – Vigo, ainda que faseado, permitindo substituir a tracção diesel por tracção eléctrica.
2. Instalação de nova e moderna sinalização para maior fluidez da circulação da linha e maior segurança.
3. Duplicação da via por fases e/ou ampliação das áreas de cruzamento.
4. Modernização das infra-estruturas de apoio aos passageiros, nomeadamente estações e apeadeiros e interfaces rodoviários.
A Associação considera que não faz sentido privar a euro-região Galiza-Norte de Portugal de transporte ferroviário, não podendo sequer ser invocado a esse propósito uma eventual linha de alta velocidade ligando as duas regiões, pois sempre será da maior utilidade a via actualmente existente.
Lembra-se ainda que, neste momento, há uma via-férrea na sua quase totalidade electrificada que poderia unir Corunha a Faro, atravessando zonas de elevada densidade populacional e grande fluxo de pessoas e mercadorias. Sucede, porém, que, do lado português, não está electrificada a via Nine-Valença.
Esta lacuna incompreensível na Linha do Minho não só deixa por concretizar um eixo ferroviário atlântico como contribui para um pior funcionamento da mobilidade dentro da Eurorregião.
Braga, 29 de Julho de 2011
A Comissão Directiva da Associação Comboios XXI
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30 julho, 2011
Resumo Sessão sobre a Linha do Minho, em Viana
![]() |
| José Pinto, do Núcleo da Linha do Minho, interpela a mesa |
![]() |
| Durante o debate aberto juntam-se à mesa a Vereadora Sandra Pontedeira da CM de Vila Nova de Cerveira e o Eng. Fernando Queiroz, em representação da REFER |
NOTA: Consulte aqui uma apresentação Powerpoint com as nossas propostas para a Linha do Minho
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Jornal Notícias, 2011/07/30
Alcaide de Tui "ameaça" cortar ponte internacional se acabar ligação Porto-Vigo
O alcaide de Tui, Galiza, advertiu esta sexta-feira que se a ligação ferroviária entre Porto e Vigo for interrompida a 30 de Setembro a população protestará na rua, "cortando a ponte internacional" que liga a Valença.
"Espero que não aconteça, mas se for necessário cortamos a ponte para reivindicar o serviço", afirmou esta sexta-feira o alcaide Moisés Rodriguez, durante um encontro promovido em Viana do Castelo por utentes do serviço ferroviário português.
Em cima da mesa esteve a discussão em torno da necessidade de investimentos na Linha do Minho, como sinalização e electrificação, de forma a reduzir os tempos de viagem entre Porto e Vigo, actualmente em cerca de três horas, e assim tornar o serviço mais atractivo e competitivo.
"Assim como está, não pode continuar", admitiu o alcaide de Tui, acrescentando que a própria espanhola Renfe "não fez tudo o que devia" até agora para "manter" o serviço.
Alegando precisamente o prejuízo naquele serviço, a CP chegou a anunciar, para 15 de Julho, a supressão da ligação até Vigo. No entanto, voltaria atrás com a decisão depois da congénere Renfe ter garantido assumir todos os custos da ligação, em território espanhol, pelo menos até 30 de Setembro. [...]
Até 30 de Setembro Renfe e CP deverão anunciar uma nova solução para aquela ligação internacional, no entanto, para a associação de utentes ComboiosXXI, que promoveu este debate em Viana do Castelo, o investimento é prioritário.
"Infelizmente, de há uns anos a esta parte, a linha passou a ser de Porto a Braga e o ramal ficou entre Nine e Valença. É preciso um investimento no material circulante e na linha para que o serviço seja competitivo", afirmou Cândido de Oliveira, da associação de utentes.
Segundo a organização, a CP foi convidada para este debate, que reuniu autarcas, políticos e utentes, mas não se fez representar.
Da parte da Refer, Fernando Queiroz, que representou aquela empresa pública, assumiu que "não está previsto qualquer investimento de modernização" para a Linha do Minho, pelo que "já não será mau" se a rede actual continuar como está.
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25 julho, 2011
CONVITE para sessão de esclarecimento sobre a LINHA DO MINHO

Convite |
A Associação Comboios do Século XXI, associação de utentes que luta pela melhoria do transporte público ferroviário a nível local, regional e nacional, vai organizar, com a colaboração da Câmara Municipal de Viana do Castelo, uma sessão de esclarecimento sobre a Linha do Minho, e particularmente sobre a ligação Internacional Porto-Vigo, com a finalidade de melhorar esta ligação a curto e médio prazo.
Efectivamente, a ligação actual não serve da melhor forma os interesses dos utentes. A solução não pode ser a supressão da ligação mas sim a prestação de um serviço de melhor qualidade.
A sessão é aberta a todos os interessados e decorrerá em Viana do Castelo na próxima 6ª feira, dia 29 de Julho, pelas 18 horas, no Auditório do Museu de Arte e Arqueologia, situado no Largo de São Domingos (e com entrada também pela Rua General Luís do Rego, 219), a cerca de 500m da Estação ferroviária de Viana.
Convidamos Vossa Ex.ª a estar presente ou fazer-se representar, e agradecemos a confirmação quanto antes, para melhor podermos acolher todos os interessados.
pela Direcção da ComboiosXXI
António Cândido Oliveira
Viana do Castelo, 25 de Julho de 2011
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15 julho, 2011
As nossas sugestões para o serviço Porto-Galiza
A Associação Comboios XXI defende activamente o transporte ferroviário, veículo fundamental para o desenvolvimento sustentado e sustentável de Portugal;
Por tal, entendemos que é nossa obrigação enquanto cidadãos e utilizadores deste transporte público, sugerir e advogar melhorias nos serviços;
Perante o caso mais recente de ataque bárbaro e injustificado à centenária ligação Porto-Galiza, vimos sugerir as seguintes melhorias ao serviço, algumas das quais nem precisam de meios financeiros. Apenas inteligência.
De imediato:
- acertos no Horário de Verão. Porque razão está o comboio parado em Tui durante 13 minutos??
- disponibilização de três ligações diárias, como acontecia até há alguns anos atrás;
- Disponibilização de venda de alimentos e bebidas (máquina de venda automática);
- instalação de informação visual e sonora de próxima paragem, semelhantes aos existentes no Metro do Porto, STCP e Comboios Urbanos, etc..
- material circulante mais cómodo e rápido, capaz de acolher carrinhos de bebé, cadeiras de rodas e bicicletas, bem como bagagem volumosa.
- disponibilização de venda de bilhetes de origem-destino para cada viagem nacional ou internacional CP e RENFE;
- criação de bilhetes multi-viagem (ex: dez viagens com desconto) para os IN, IR e Regional.
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13 julho, 2011
Reclamações Enviadas VI
"Cara CP Regional,
Consideramos que a promoção comercial é central a qualquer estratégia baseada no crescimento e melhoria do desempenho das empresas e ficamos satisfeitos por ver que o uso do comboio na época estival não passa totalmente despercebida em todo o lado.
Porém constatamos que, ao contrário do que dizem os novos folhetos Coimbra- Figueira da Foz, Cascais não mudou de sítio para cima de Casais e que na Bifurcação de Lares não existirão muitas bolotas.
Esperemos que este erro ainda possa ser corrigido sem se deitar mais dinheiro ao lixo em promoções feitas obviamente sem qualquer motivação ou empenho."
* Sugestão entregue via Facebook
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04 julho, 2011
CP justifica fim da ligação internacional à Galiza com "racionalização de custos"
Jornal de Notícias 03.07.2011
A transportadora ferroviária pública CP admite que a "racionalização de custos" esteve na origem da decisão de acabar, a partir do próximo domingo, com a ligação internacional até Vigo, prometendo para segunda-feira mais esclarecimentos sobre o assunto.
"Entre os motivos na origem desta decisão está uma racionalização de custos que a CP tem que fazer, face à conjuntura financeira atual", explicou fonte da empresa, contactada pela Agência Lusa.
Acrescenta que a CP tem de fazer "uma racionalização de custos e proveitos" e que por isso decidiu, agora, avançar com a supressão desta ligação internacional, centenária, já a partir de 10 de Julho.
Trata-se de um serviço com duas ligações diárias entre Porto e Vigo (Galiza), mas que segundo a CP vai passar a terminar em Valença.
"O serviço entre Porto e Valença será mantido, mas através das ligações inter-regionais", acrescentou a fonte.
Já em 2005 a CP tinha anunciado a supressão desta ligação internacional, admitindo na altura "quedas no volume de passageiros transportados".
No entanto, a empresa acabaria por voltar atrás na decisão, face aos protestos de passageiros e autarcas.
"Sabemos que não será uma ligação muito rentável, mas é sobretudo histórica, entre duas importantes regiões. Com a sua supressão, não será por aí que a CP vai inverter a situação difícil que atravessa", afirmou hoje à Lusa o presidente da Câmara de Valença.
Jorge Mendes acrescenta que depois de governos anteriores "terem prometido uma ligação de TGV", entre Porto e Vigo, com paragem em Valença, mas agora adiada, a notícia da supressão da ligação ferroviária internacional é mais uma "desilusão".
"Criaram-se expectativas que não se concretizam, por isso, este anúncio, que não conheço oficialmente, não vem na melhor altura e será mesmo um retrocesso", acrescentou o autarca, garantindo "total oposição" à decisão.
A transportadora ferroviária pública CP admite que a "racionalização de custos" esteve na origem da decisão de acabar, a partir do próximo domingo, com a ligação internacional até Vigo, prometendo para segunda-feira mais esclarecimentos sobre o assunto.
"Entre os motivos na origem desta decisão está uma racionalização de custos que a CP tem que fazer, face à conjuntura financeira atual", explicou fonte da empresa, contactada pela Agência Lusa.
Acrescenta que a CP tem de fazer "uma racionalização de custos e proveitos" e que por isso decidiu, agora, avançar com a supressão desta ligação internacional, centenária, já a partir de 10 de Julho.
Trata-se de um serviço com duas ligações diárias entre Porto e Vigo (Galiza), mas que segundo a CP vai passar a terminar em Valença.
"O serviço entre Porto e Valença será mantido, mas através das ligações inter-regionais", acrescentou a fonte.
Já em 2005 a CP tinha anunciado a supressão desta ligação internacional, admitindo na altura "quedas no volume de passageiros transportados".
No entanto, a empresa acabaria por voltar atrás na decisão, face aos protestos de passageiros e autarcas.
"Sabemos que não será uma ligação muito rentável, mas é sobretudo histórica, entre duas importantes regiões. Com a sua supressão, não será por aí que a CP vai inverter a situação difícil que atravessa", afirmou hoje à Lusa o presidente da Câmara de Valença.
Jorge Mendes acrescenta que depois de governos anteriores "terem prometido uma ligação de TGV", entre Porto e Vigo, com paragem em Valença, mas agora adiada, a notícia da supressão da ligação ferroviária internacional é mais uma "desilusão".
"Criaram-se expectativas que não se concretizam, por isso, este anúncio, que não conheço oficialmente, não vem na melhor altura e será mesmo um retrocesso", acrescentou o autarca, garantindo "total oposição" à decisão.
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"Exige-se o fim imediato dos comboios Sud- Express Lisboa Irun e Lusitania Comboio Hotel Lisboa-Madrid"
O seguinte texto foi enviado por uma fonte anónima e poderá não reflectir todas as posições da Comboios XXI relativas ao encerramento do serviço Porto - Vigo. Salientamos também que o título do artigo constitui de forma evidente um modo irónico de questionar o argumento da sustentabilidade financeira do serviço, avançado pela CP. A Comboios XXI não defende o encerramento arbitrário de quaisquer linhas ou serviços.
Agora que a CP resolveu suspender unilateralmente o serviço Porto-Vigo no seu trajecto internacional Valença-Vigo convém analisar alguns números.
O Eixo da Linha do Minho Porto S. Bento – Vigo teve o ano passado mais de 603 000 passageiros, o que representa um incremento em relação a 2009 de 3,5% (em 2009 teve aproximadamente 583 000 pax).
O Eixo da Linha do Minho Porto S. Bento – Vigo obteve o ano passado (2010) uma receita bruta de 1 457 000 €. Mais 8% do que em 2009 que foi de cerca de 1 346 000 €.
Da leitura do Relatório e Contas 2010 não nos é possível extrair qual o resultado operacional do eixo em causa. No entanto, por lá escreve-se que “em 2010 a procura da CP Regional, avaliada em número de passageiros, ficou abaixo de 2009 em 2,8%, tendo os Passageiros*Quilómetro apresentado, relativamente a 2009, um decréscimo de 4,0%. Ora, como é fácil constatar este decréscimo não pode ser assacado ao Eixo Porto-Vigo, antes pelo contrário: o número de passageiros subiu 3,5% em relação a 2009 e os Passageiros*Quilómetro subiram 4,5%. Isto é, além de haver mais passageiros, estes fizeram mais quilómetros a bordo dos comboios e consequentemente mais receita.
Analisemos agora outros serviços internacionais como o Lisboa-Madrid e o Lisboa-Irun:
Estes serviços registaram em 2010 um resultado operacional negativo de 4,8 milhões de euros (3,7 M€ no Lisboa-Irun e 1,1 M€ no Lisboa-Madrid). Tendo o agravamento sido de 22 por cento se nos reportarmos a 2008. Se nos reportarmos a 2009 estes serviços obtiveram, contudo, um ganho de 3% no número de passageiros e de apenas 0,5% nos Passageiros*Quilómetro. Os proveitos do tráfego passaram de 7 225 000 € para 7 689 000 €, isto é, um aumento de 6,4%.
Estabeleçamos agora um quadro comparativo entre o serviço Internacional Porto-Vigo e o Serviço Internacional Lisboa Irun e Lisboa Madrid:
| | variação pax 2010/2009 | Variação PK* 2010/2009 | Variação proveitos 2010/2009 |
| Porto-Vigo | 3,5% | 4,5% | 8% |
| Lisboa Irun/Madrid | 3% | 0,5% | 6,4% |
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Politica de Transportes
01 julho, 2011
Eixo Atlântico pede reunião com ministro da Economia para debater ex-SCUT e TGV
Radio Geice FM 30.06.2011
O secretário-geral do Eixo Atlântico, Xoán Vázquez Mao, pediu uma reunião com o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, para apresentar soluções para resolver “urgentemente” o pagamento nas ex-SCUT e debater a questão do TGV.
O pedido de reunião “com a maior brevidade possível” foi enviado esta quarta-feira por carta para o ministro da Economia e do Emprego, que tutela os Transportes e Obras Públicas.
O secretário-geral do Eixo Atlântico explicou que “naquilo que tem a ver com as ex-SCUT é procurar uma solução rápida para que antes do início da temporada turística o setor turístico do Norte não caia”.
“Isto pode ser um autêntico desastre para o setor turístico da região Norte, nomeadamente do Minho.
(...)
O tema do TGV, é para o Eixo Atlântico, “inegociável”. “Nós reivindicamos o TGV, é uma posição política e isso não vai mudar nunca e por isso nós continuamos a teimar no TGV porque temos muitos estudos que indicam que é imprescindível para a região”, explicou. No entanto, Xoán Vázquez Mao garante que estão “conscientes de que a situação é muito complicada e que numa década não vai ser possível porque não há dinheiro”.
Assim, o secretário-geral avança uma alternativa – que é o seu parecer pessoal uma vez que ainda não o apresentou à comissão executiva – de que “não sendo possível fazer o TGV neste momento” se utilize “800 milhões de euros dos fundos europeus na modernização do troço ferroviário Nine/Viana do Castelo/Valença para que enquanto não exista o TGV tenhamos um alfa pendular que permita esta ligação em menos tempo”. “Se o Governo está a tomar decisões também tem que nos ouvir”, disse.
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Politica de Transportes
30 junho, 2011
Linhas ferroviárias turísticas abertas a privados
via Transportes em Revista
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, admite abrir a privados a exploração de linhas ferroviárias que tenham interesse turístico, mas que não sejam rentáveis devido à reduzida procura. A hipótese foi avançada na Assembleia da República, durante a discussão do Programa do Governo. Nesta situação poderá estar, por exemplo, a Linha do Douro.
A exploração daquelas linhas ferroviárias por operadores turísticos poderá ser uma forma de as rentabilizar. Nesta legislatura, a Refer deverá desativar várias centenas de quilómetros de linhas ferroviárias para reduzir custos.
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Visão Financeira ditou proposta de fecho de linhas, que já está a gerar críticas
O suplemento Local do Público dedicou um artigo especial ao polémico plano entregue pelo anterior governo à Troika, que previa o encerramento de 800km de linhas do serviço CP Regional.
O artigo pode ser consultado na íntegra aqui.
O artigo pode ser consultado na íntegra aqui.
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Politica de Transportes
13 junho, 2011
Descarrilamento de automotora encerra linha do Vouga
Jornal de Notícias 01.06. 2011 (via NGL)
Uma automotora composta por duas carruagens descarrilou, esta quarta-feira de madrugada, na linha do Vouga, sem fazer feridos, informou fonte da Rede Ferroviária Nacional.
Segundo a mesma fonte, o descarrilamento aconteceu cerca das 06.45 horas ao quilómetro 13,750 da linha do Vouga, no sentido Macinhata do Vouga - Águeda.
"A composição tombou para um talude à saída de uma curva", explicou o porta-voz da Refer, José Santos Lopes, acrescentando que a empresa abriu um inquérito para apurar as causas do acidente.
Na automotora, segundo o porta-voz da Refer, seguiam três pessoas (um passageiro, um maquinista e um agente de apoio) que "não sofreram quaisquer ferimentos".
Em virtude deste descarrilamento a linha encontra-se interrompida. "É necessário uma grua de grande capacidade para colocar novamente a automotora em cima dos carris e essa grua só deverá chegar ao local do acidente por volta das 14 horas", disse José Santos Lopes, que estima que a linha não seja reaberta antes do meio da tarde.
"A composição tombou para um talude à saída de uma curva", explicou o porta-voz da Refer, José Santos Lopes, acrescentando que a empresa abriu um inquérito para apurar as causas do acidente.
Na automotora, segundo o porta-voz da Refer, seguiam três pessoas (um passageiro, um maquinista e um agente de apoio) que "não sofreram quaisquer ferimentos".
Em virtude deste descarrilamento a linha encontra-se interrompida. "É necessário uma grua de grande capacidade para colocar novamente a automotora em cima dos carris e essa grua só deverá chegar ao local do acidente por volta das 14 horas", disse José Santos Lopes, que estima que a linha não seja reaberta antes do meio da tarde.
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11 abril, 2011
Reclamações: Resposta da CP Regional
Na sequência desta reclamação, relativa à falta de coordenação dos horários da Linha do Vouga com a Linha de Aveiro da CP Porto, recebemos a seguinte resposta:
31 março, 2011
Reclamações Enviadas II
Preenchida e dirigida a CP Regional a 31 de Março, via formulário online e enviada por email às CMs de V.N. de Famalicão e de Viana do Castelo
"Como utente do serviço da CP Porto e CP Regional venho por este meio exigir a rectificação imediata da total e incompreensível falta de coordenação entre os horários da ligação Porto-Viana que utilizam os serviços da CP Porto e CP Regional, na paragem em Nine.
Este transbordo, já de si incompreensível e incómodo para os utentes, fica assim com uma agravante que não existe no equivalente percurso rodoviário, sendo mais um entrave à conquista de utentes para este percurso.
De momento em apenas metade das ligações possíveis neste percurso existe um desfasamento de chegada/partida dentro dos limites do aceitável, todas as outras ligações têm uma falta de concordância que roça a provocação, obrigando a esperas demoradas quando o comboio do serviço regional apenas momentos antes!
Exemplos no sentido Porto-Viana do Castelo:
Chega urbano do Porto às 7.06 mas partiu um regional às 7.04
Chega urbano do Porto às 9.35 mas partiu um regional às 9.27
Chega urbano do Porto às 17.35 e parte um regional às 17.28
Chega urbano do Porto às 19.35 mas partiu um regional às 19.33
Sendo que falamos apenas de ajustamentos de escassos minutos em muitos casos e tendo em conta a facilidade com que se elimina esta situação só posso concluir que não foi procurada uma coordenação por uma manifesta desconsideração pelos utentes e pela eficiência das empresas envolvidas.
Deste modo exijo a coordenação dos horários do serviço regional com o serviço urbano.
Nuno Oliveira
----------------------
Esta queixa foi enviada após sugestão (nos comentários) do Frederico Ribeiro e do José Pinto.
À semelhança da anterior reclamação vou enviar/preencher esta queixa diariamente até obter uma resposta satisfatória a esta questão.
É um uso alternativo e produtivo do tempo perdido em transbordos, greves, avarias e demoras.
Pedia aos utentes que anunciassem quaisquer reclamações e que participem nas que já foram feitas para que seja "engordado" o volume de queixas, esperando que haja assim maior celeridade na resposta e resolução.
"Como utente do serviço da CP Porto e CP Regional venho por este meio exigir a rectificação imediata da total e incompreensível falta de coordenação entre os horários da ligação Porto-Viana que utilizam os serviços da CP Porto e CP Regional, na paragem em Nine.
Este transbordo, já de si incompreensível e incómodo para os utentes, fica assim com uma agravante que não existe no equivalente percurso rodoviário, sendo mais um entrave à conquista de utentes para este percurso.
De momento em apenas metade das ligações possíveis neste percurso existe um desfasamento de chegada/partida dentro dos limites do aceitável, todas as outras ligações têm uma falta de concordância que roça a provocação, obrigando a esperas demoradas quando o comboio do serviço regional apenas momentos antes!
Exemplos no sentido Porto-Viana do Castelo:
Chega urbano do Porto às 7.06 mas partiu um regional às 7.04
Chega urbano do Porto às 9.35 mas partiu um regional às 9.27
Chega urbano do Porto às 17.35 e parte um regional às 17.28
Chega urbano do Porto às 19.35 mas partiu um regional às 19.33
Sendo que falamos apenas de ajustamentos de escassos minutos em muitos casos e tendo em conta a facilidade com que se elimina esta situação só posso concluir que não foi procurada uma coordenação por uma manifesta desconsideração pelos utentes e pela eficiência das empresas envolvidas.
Deste modo exijo a coordenação dos horários do serviço regional com o serviço urbano.
Nuno Oliveira
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Esta queixa foi enviada após sugestão (nos comentários) do Frederico Ribeiro e do José Pinto.
À semelhança da anterior reclamação vou enviar/preencher esta queixa diariamente até obter uma resposta satisfatória a esta questão.
É um uso alternativo e produtivo do tempo perdido em transbordos, greves, avarias e demoras.
Pedia aos utentes que anunciassem quaisquer reclamações e que participem nas que já foram feitas para que seja "engordado" o volume de queixas, esperando que haja assim maior celeridade na resposta e resolução.
17 junho, 2010
Linha do Douro à moda antiga
Linha do Douro à moda antiga revolta utentes
JN.pt
Projecto de electrificação está em vias de ser adiado, penalizando muitos passageiros
Projecto de electrificação está em vias de ser adiado, penalizando muitos passageiros
00h30m
António Orlando
Foram feitas expropriações, foram demolidas casas, até já foram abertas as propostas para a execução da obra, mas a electrificação da linha entre Caíde e o Marco, prometida há muitos anos, está em vias de não ser concretizada.Os passageiros estão revoltados.
O plano de investimentos da Refer está a ser “objecto de revisão” e, conforme admitiu a própria empresa, em resposta ao JN, só após a conclusão desse trabalho é que se ficará a saber se a electrificação daquele troço será mesmo para avançar.
Autarcas e população têm poucas esperanças e acreditam que, num contexto de crise, o projecto vai continuar congelado. Ainda que o serviço seja vital numa zona onde residem cerca de 120 mil pessoas.
Quem usa o comboio como meio de transporte está farto das velhas automotoras a gasóleo. São lentas e, volta e meia, avariam. Luís Teixeira, 26 anos, engenheiro mecânico nascido e criado em Rio de Galinhas, Marco de Canaveses, começa a “pensar duas vezes” se vale a pena continuar a passar pelo martírio do transbordo diário.
“No mínimo, perco uma hora por dia neste entra e sai do comboio. Enem sempre há ligações. Mais: por vezes, os comboios velhos avariam”, critica o passageiro. “Imagine o que não poderia fazer numa hora, cinco dias por semana...”, desabafa. Deixar a sua terra e ir morar para outro lado é uma hipótese que ganha cada vez mais força.
São muitos os passageiros que partilham o tormento de Luís Teixeira. A viagem entre o Marco e o Porto tem cerca de 50 quilómetros, mas obriga a transbordo em Caíde. Entre aquela freguesia de Lousada e o Marco (cerca de 16 quilómetros) a linha ainda não está electrificada. As viagens são feitas em velhas automotoras a gasóleo.
Carlos Monteiro já não acredita que a electrificação venha a ser executada. Mas, apesar de “achar mal”, atribui responsabilidades a todos, utentes incluídos. “Quando vemos fazer outras obras, que se calhar não são tão necessárias, e deixamos que isso aconteça... os culpados somos nós”, argumenta.
A própria economia local ressente-se da falta de um meio de transporte eficaz. Veja-se, por exemplo, o caso da Nanta. A empresa de rações do Marco de Canaveses adquiriu recentemente unidades em Mealhada e em Alverca e anseia pela electrificação da linha, para garantir um sistema de transporte em condições, retirando os camiões da estrada. Actualmente, a empresa tem a circular cerca de 50 pesados por dia.
A construção de uma plataforma logística para escoamento de produtos (empreendimento privado) e a criação de um terminal rodoviário (parceria público/privada entre a Câmara e uma transportadora), ambos projectos a nascer no Marco, também estão em risco por causa do adiamento da electrificação da linha.
Opresidente da Autarquia marcoense, Manuel Moreira, não tem dúvidas de que a electrificação da Linha do Douro vai marcar passo, uma vez que “a Refer já ultrapassou o plafond de endividamento para o ano em curso”.
Ofacto é que o grosso do investimento até já estará feito, uma vez que das 23 passagens-de-nível que existiam apenas faltará eliminar uma (Santo Isidoro, Marco) e as expropriações já foram pagas, algumas das quais envolvendo valores bastante avultados.
Enquanto a situação não se resolve, há quem prefira fazer de automóvel a viagem entre o Marco e Penafiel, apanhando ali o comboio para o Porto. Os 90 cêntimos de portagens são baratos ao pensar nas dores de cabeça que se poupam.
Ligação continua sem carris
A indignação entre os utentes da Linha do Douro transborda para os passageiros da Linha do Tâmega, ou melhor, da antiga Linha do Tâmega, que ficou sem carris na ligação entre Amarante e a Livração (Marco de Canaveses) em Março de 2009.
“Foi uma chapada que nos deram à falsa fé”, sentencia Adelaide Pinto, sentada num banco da estação da Livração, enquanto aguardava pelo autocarro que a iria levar de volta à freguesia de Vila Caiz (Amarante). O autocarro substituiu o comboio. E não há esperança de que o transporte ferroviário regresse. “Prometer, toda a gente promete. Agora cumprir... Nunca mais vamos ter comboio”, observou Adelaide Pinto, não poupando críticas ao Governo e às câmaras municipais.
A circulação na Linha do Tâmega foi proibida pelo Governo três dias depois da Câmara de Amarante ter celebrado os 100 anos da estrutura.
Autarcas e população têm poucas esperanças e acreditam que, num contexto de crise, o projecto vai continuar congelado. Ainda que o serviço seja vital numa zona onde residem cerca de 120 mil pessoas.
Quem usa o comboio como meio de transporte está farto das velhas automotoras a gasóleo. São lentas e, volta e meia, avariam. Luís Teixeira, 26 anos, engenheiro mecânico nascido e criado em Rio de Galinhas, Marco de Canaveses, começa a “pensar duas vezes” se vale a pena continuar a passar pelo martírio do transbordo diário.
“No mínimo, perco uma hora por dia neste entra e sai do comboio. Enem sempre há ligações. Mais: por vezes, os comboios velhos avariam”, critica o passageiro. “Imagine o que não poderia fazer numa hora, cinco dias por semana...”, desabafa. Deixar a sua terra e ir morar para outro lado é uma hipótese que ganha cada vez mais força.
São muitos os passageiros que partilham o tormento de Luís Teixeira. A viagem entre o Marco e o Porto tem cerca de 50 quilómetros, mas obriga a transbordo em Caíde. Entre aquela freguesia de Lousada e o Marco (cerca de 16 quilómetros) a linha ainda não está electrificada. As viagens são feitas em velhas automotoras a gasóleo.
Carlos Monteiro já não acredita que a electrificação venha a ser executada. Mas, apesar de “achar mal”, atribui responsabilidades a todos, utentes incluídos. “Quando vemos fazer outras obras, que se calhar não são tão necessárias, e deixamos que isso aconteça... os culpados somos nós”, argumenta.
A própria economia local ressente-se da falta de um meio de transporte eficaz. Veja-se, por exemplo, o caso da Nanta. A empresa de rações do Marco de Canaveses adquiriu recentemente unidades em Mealhada e em Alverca e anseia pela electrificação da linha, para garantir um sistema de transporte em condições, retirando os camiões da estrada. Actualmente, a empresa tem a circular cerca de 50 pesados por dia.
A construção de uma plataforma logística para escoamento de produtos (empreendimento privado) e a criação de um terminal rodoviário (parceria público/privada entre a Câmara e uma transportadora), ambos projectos a nascer no Marco, também estão em risco por causa do adiamento da electrificação da linha.
Opresidente da Autarquia marcoense, Manuel Moreira, não tem dúvidas de que a electrificação da Linha do Douro vai marcar passo, uma vez que “a Refer já ultrapassou o plafond de endividamento para o ano em curso”.
Ofacto é que o grosso do investimento até já estará feito, uma vez que das 23 passagens-de-nível que existiam apenas faltará eliminar uma (Santo Isidoro, Marco) e as expropriações já foram pagas, algumas das quais envolvendo valores bastante avultados.
Enquanto a situação não se resolve, há quem prefira fazer de automóvel a viagem entre o Marco e Penafiel, apanhando ali o comboio para o Porto. Os 90 cêntimos de portagens são baratos ao pensar nas dores de cabeça que se poupam.
Ligação continua sem carris
A indignação entre os utentes da Linha do Douro transborda para os passageiros da Linha do Tâmega, ou melhor, da antiga Linha do Tâmega, que ficou sem carris na ligação entre Amarante e a Livração (Marco de Canaveses) em Março de 2009.
“Foi uma chapada que nos deram à falsa fé”, sentencia Adelaide Pinto, sentada num banco da estação da Livração, enquanto aguardava pelo autocarro que a iria levar de volta à freguesia de Vila Caiz (Amarante). O autocarro substituiu o comboio. E não há esperança de que o transporte ferroviário regresse. “Prometer, toda a gente promete. Agora cumprir... Nunca mais vamos ter comboio”, observou Adelaide Pinto, não poupando críticas ao Governo e às câmaras municipais.
A circulação na Linha do Tâmega foi proibida pelo Governo três dias depois da Câmara de Amarante ter celebrado os 100 anos da estrutura.
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