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23 novembro, 2011
Linhas do Vouga e Oeste não fecham em Janeiro
Via Jornal de Negócios
As linhas ferroviárias do Oeste e do Vouga vão manter o serviço aos passageiros em Janeiro, ao contrário do previsto no Plano Estratégico dos Transportes (PET) apresentado em Outubro passado.
O Governo alega que ainda não estão criadas as condições para assegurar as concessões de transporte rodoviário alternativo naquelas regiões, acrescenta.
Não é uma boa explicação nem nos agrada o desfecho provisório mas esperemos que estas linhas, par de muitas outras, fiquem abertas precisamente por causa das suas muitas vantagens para os utentes, país e economia, após as renovações que foram prometidas e não cumpridas.
Também não compreendemos como este argumento único pode ser sustentado quando a mesma ausência de alternativas existe em linhas que se pretendem encerrar, como Corgo, Leste ou Alentejo.
Leituras adicionais:
Sobre a Linha do Vouga, artigo de Carlos Cipriano
Sobre a Linha do Oeste, artigo no blogue A Nossa Terrinha
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20 outubro, 2011
Notas de um encerramento maciço
Linhas a encerrar permitem à CP poupar 5,6 milhões por ano
Ou seja, menos de 2,9% do total dos prejuízos. No entanto esta é a receita assumida para acabar com os prejuízos.
Cerca de 830 mil passageiros poderão ficar sem linha de comboio
Mais um grande golpe na coesão territorial que a ferrovia viabiliza, que desta vez é estendido até a áreas densamente habitadas.
Coro de Protestos Contra o Fim dos Comboios entre Caldas e Figueira da Foz
Uma das maiores regiões urbanas perde o transporte ferroviário de passageiros. Autarcas unem-se em torno da defesa da continuidade do serviço.
CIMBAL faz exigências para o Baixo Alentejo no sector ferroviário
Mais uma comunidade inter-municipal que rejeita mais perdas de transporte ferroviário na região.
Ou seja, menos de 2,9% do total dos prejuízos. No entanto esta é a receita assumida para acabar com os prejuízos.
Cerca de 830 mil passageiros poderão ficar sem linha de comboio
Mais um grande golpe na coesão territorial que a ferrovia viabiliza, que desta vez é estendido até a áreas densamente habitadas.
Coro de Protestos Contra o Fim dos Comboios entre Caldas e Figueira da Foz
Uma das maiores regiões urbanas perde o transporte ferroviário de passageiros. Autarcas unem-se em torno da defesa da continuidade do serviço.
CIMBAL faz exigências para o Baixo Alentejo no sector ferroviário
Mais uma comunidade inter-municipal que rejeita mais perdas de transporte ferroviário na região.
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19 outubro, 2011
Fecham ferrovias... e Portugal no Top dos países automobilizados
Clique na imagem para aumentar.
"Portugal um país excessivamente automobilizado... E este Governo ainda quer que o sejamos mais, a avaliar pela onda de encerramentos de vias férreas...."
Paulo Fonseca (GAFNA)
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Politica de Transportes
15 outubro, 2011
Confirma-se o pior
Infelizmente confirma-se que o PET (o qual continua inacessível ao público) pede que se elimine parte da Linha do Oeste e do Alentejo, com os serviços rodoviários de compensação (acabando de vez com os transportes colectivos em muitos casos) e um dos comboios internacionais Lisboa-Madrid.
É um grave erro estratégico erodir ainda mais o serviço no Oeste dado o potencial do trajecto e uma violação das promessas feitas que iam no sentido de reabilitar a Linha.Com este encerramento parcial e a continuidade de uma estratégia de cortes graduais e fatais para os serviços, estas linhas ficam mais próximas do seu fecho total e mais longe da possibilidade de alguma vez poderem atingir o seu potencial e passarem a contribuir para um melhor desempenho económico das empresas ferroviárias.
Governo vai desactivar parte da linha do Oeste e do AlentejoLinhas ferroviárias do Oeste e Alentejo perdem serviço de passageiros
Não vamos aceitar que se opere na ferrovia nacional um dos maiores retrocessos da sua história, com reduções que estão em total contradição com a tendência de crescimento do transporte ferroviário em todo o mundo.
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07 outubro, 2011
Novo Plano Estratégico dos Transportes
Estamos a acompanhar os últimos desenvolvimentos relativos ao novo Plano Estratégico dos Transportes apresentado hoje pelo Ministro da Economia.
Aguardamos que o documento seja finalmente fornecido para que possamos elaborar uma resposta adequada, apesar de nos terem chegado notícias de algumas alterações através da imprensa.
Faremos o possível para que os utentes dos comboios sejam ouvidos em relação às matérias abordadas.
"No sector dos transportes quase tudo terá de mudar"
Medidas não resolvem "problema de fundo" das empresas de Transporte
Reestruturação do sector dos Transportes penaliza as famílias
Corte drástico no sector dos transportes em 2012
Aguardamos que o documento seja finalmente fornecido para que possamos elaborar uma resposta adequada, apesar de nos terem chegado notícias de algumas alterações através da imprensa.
Faremos o possível para que os utentes dos comboios sejam ouvidos em relação às matérias abordadas.
"No sector dos transportes quase tudo terá de mudar"
Medidas não resolvem "problema de fundo" das empresas de Transporte
Reestruturação do sector dos Transportes penaliza as famílias
Corte drástico no sector dos transportes em 2012
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13 julho, 2011
Beja também sem comboio
Comboios: Grupo da Assembleia Municipal de Beja quer reunir com presidente da AR
e com grupos e comissão parlamentares
Um grupo de trabalho da Assembleia Municipal de Beja pediu hoje audiências à presidente da Assembleia da República, aos grupos parlamentares e à Comissão de Economia e Obras Públicas para insistir na defesa das ligações ferroviárias à cidade.
Em declarações hoje à agência Lusa, o presidente da Assembleia Municipal de Beja, Bernardo Loff, explicou que o grupo de trabalho, criado para defender as ligações ferroviárias a Beja, quer, através das audiências, “lembrar que transitou da última legislatura e está em curso uma petição” em defesa das ligações ferroviárias a Beja.
O grupo espera que a petição seja discutida e votada no Parlamento “logo que possível” e que a conclusão do processo “seja favorável às pretensões” dos 15.071 signatários do documento e das populações do distrito de Beja, afirmou.
Segundo Bernardo Loff, o grupo vai “fazer todas as diligências” para que as audiências decorram no próximo dia 26, quando irá à Assembleia da República para participar na audição pública parlamentar promovida pelo Partido Ecologista “Os Verdes” sobre transportes ferroviários em Portugal.
A audição, segundo “Os Verdes”, pretende ser “uma oportunidade” para utilizadores, trabalhadores, autarcas, especialistas, defensores e interessados no transporte público ferroviário poderem “expressar as suas preocupações” sobre impactos ambientais, sociais e económicos decorrentes da possibilidade de fecho de linhas e serviços e de privatização de serviços para o desenvolvimento local, regional e nacional.
As decisões de pedir as audiências e de participar na audição foram tomadas na segunda-feira, na última reunião do grupo, composto pela mesa e por um representante de cada um dos grupos políticos da Assembleia Municipal de Beja e dois representantes do movimento de cidadãos criado pela Associação de Defesa do Património de Beja.
e com grupos e comissão parlamentares
Um grupo de trabalho da Assembleia Municipal de Beja pediu hoje audiências à presidente da Assembleia da República, aos grupos parlamentares e à Comissão de Economia e Obras Públicas para insistir na defesa das ligações ferroviárias à cidade.
Em declarações hoje à agência Lusa, o presidente da Assembleia Municipal de Beja, Bernardo Loff, explicou que o grupo de trabalho, criado para defender as ligações ferroviárias a Beja, quer, através das audiências, “lembrar que transitou da última legislatura e está em curso uma petição” em defesa das ligações ferroviárias a Beja.
O grupo espera que a petição seja discutida e votada no Parlamento “logo que possível” e que a conclusão do processo “seja favorável às pretensões” dos 15.071 signatários do documento e das populações do distrito de Beja, afirmou.
Segundo Bernardo Loff, o grupo vai “fazer todas as diligências” para que as audiências decorram no próximo dia 26, quando irá à Assembleia da República para participar na audição pública parlamentar promovida pelo Partido Ecologista “Os Verdes” sobre transportes ferroviários em Portugal.
A audição, segundo “Os Verdes”, pretende ser “uma oportunidade” para utilizadores, trabalhadores, autarcas, especialistas, defensores e interessados no transporte público ferroviário poderem “expressar as suas preocupações” sobre impactos ambientais, sociais e económicos decorrentes da possibilidade de fecho de linhas e serviços e de privatização de serviços para o desenvolvimento local, regional e nacional.
As decisões de pedir as audiências e de participar na audição foram tomadas na segunda-feira, na última reunião do grupo, composto pela mesa e por um representante de cada um dos grupos políticos da Assembleia Municipal de Beja e dois representantes do movimento de cidadãos criado pela Associação de Defesa do Património de Beja.
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Linha do Alentejo
"Parte da Linha do Oeste pode encerrar"
Chegam-nos notícias de várias origens que nos levam a crer que poderá estar próximo um anúncio semelhante ao que tivemos para o Porto-Vigo na semana passada, desta vez em relação à Linha do Oeste
Para prevenir este desfecho foi criada em 2010 a Comissão para a Defesa da Linha do Oeste, para promover também a melhoria do serviço e requalificação de um dos mais flagrantes casos de subaproveitamento de uma infraestrutura ferroviária em Portugal, que poderia unir de forma cómoda e rápida três distritos e zonas densamente habitadas.
Foi feita de seguida uma petição pela requalificação desta linha, que acolheu amplo consenso social e político dos representantes da região, e posteriormente entregue na Assembleia da República, com mais de 6000 assinaturas recolhidas, valendo uma recomendação por maioria parlamentar, incluindo por parte dos dois partidos que compõem o governo actual.
Dado o amplo apoio político que acolheu esta iniciativa, materializado numa resolução algo que deveria ocorrer naturalmente em matérias de interesse comum, temos agora a expectativa de que os compromissos anteriores não irão ser ignorados, especialmente porque uma ferrovia conveniente e económica é um factor importante de mitigação dos efeitos da crise sobre a mobilidade dos cidadãos.
*Agradecemos o fornecimento de contactos da Comissão de Defesa da Linha do Oeste
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Linha do Oeste
12 julho, 2011
Regiões TV - Porto-Vigo Fim da ligação
A ler ainda a reportagem do Público "As histórias da linha de comboio que sobreviveu. Duas vezes"
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Linha do Minho
11 julho, 2011
Acordo entre CP e Renfe para ligação a Vigo é só até 30 de Setembro
Jornal de Notícias 2011.07.09
O Ministério do Fomento espanhol confirmou, sexta-feira, o acordo alcançado entre as duas transportadores ferroviárias ibéricas, Renfe e CP, para manter o serviço Porto-Vigo, mas que para já só será válido até final de Setembro.
Até lá, acrescentou Isaías Táboas, a operadora pública espanhola vai estudar "com que material e serviços" será mantida a ligação, depois dessa data.
Em cima da mesa do Governo espanhol estarão hipóteses como a Renfe criar um serviço próprio entre Tui e Vigo, que actualmente não existe tendo em conta que a ligação da estação de Porriño à fronteira com Portugal é um ramal, de 12 quilómetros, da linha principal (Vigo-Ourense).
Outra hipótese será prolongar o acordo agora alcançado com a CP, com custos anuais que a empresa portuguesa já estabeleceu em 450 mil euros.
A supressão do troço Valença-Vigo tinha sido anunciada pela CP para 10 de Julho, alegando um prejuízo mensal de 19.600 euros naquele serviço, que conta com duas ligações diárias em cada sentido.
Em cima da mesa do Governo espanhol estarão hipóteses como a Renfe criar um serviço próprio entre Tui e Vigo, que actualmente não existe tendo em conta que a ligação da estação de Porriño à fronteira com Portugal é um ramal, de 12 quilómetros, da linha principal (Vigo-Ourense).
Outra hipótese será prolongar o acordo agora alcançado com a CP, com custos anuais que a empresa portuguesa já estabeleceu em 450 mil euros.
A supressão do troço Valença-Vigo tinha sido anunciada pela CP para 10 de Julho, alegando um prejuízo mensal de 19.600 euros naquele serviço, que conta com duas ligações diárias em cada sentido.
08 julho, 2011
Pressão Social e Política Garante a Continuidade do Serviço Porto-Vigo
Anúncio Oficial
Portugal y Renfe rectifican y garantizan la continuidad de la conexión Vigo-Oporto
Los Gobiernos portugués y español dan marcha atrás y garantizan ahora el mantenimiento de la conexión ferroviaria entre Vigo y Oporto desde mañana, cuando estaba previsto que operara el último tren. Al igual que ocurrió en 2005, cuando se planteó también la cancelación de este servicio, la presión social y política ha vuelto a conseguir que el único tren que conecta Galicia con Portugal continúe funcionando.
(...)
Aunque esta rectifición garantiza que Vigo continúe estando conectada por ferrocarril con Portugal, no da respuesta todavía a las exigencias de ciudadanos, empresarios y políticos de ambos lados del Miño de modernizar el servicio para hacerlo más competitivo. Las más de tres horas que emplea el tren en cubrir el trayecto entre Vigo y Oporto hacen que sea poco atractivo y deficitario.
"O serviço será feito, nos moldes actuais, com o comboio da CP, mas pago, em território espanhol, pela RENFE", sublinhou fonte da administração da CP.
Portugal y Renfe rectifican y garantizan la continuidad de la conexión Vigo-Oporto
Los Gobiernos portugués y español dan marcha atrás y garantizan ahora el mantenimiento de la conexión ferroviaria entre Vigo y Oporto desde mañana, cuando estaba previsto que operara el último tren. Al igual que ocurrió en 2005, cuando se planteó también la cancelación de este servicio, la presión social y política ha vuelto a conseguir que el único tren que conecta Galicia con Portugal continúe funcionando.
(...)
Aunque esta rectifición garantiza que Vigo continúe estando conectada por ferrocarril con Portugal, no da respuesta todavía a las exigencias de ciudadanos, empresarios y políticos de ambos lados del Miño de modernizar el servicio para hacerlo más competitivo. Las más de tres horas que emplea el tren en cubrir el trayecto entre Vigo y Oporto hacen que sea poco atractivo y deficitario.
Comboios Porto-Vigo vão manter-se
A CP vai manter o serviço internacional Porto-Vigo, cuja supressão estava anunciada para este domingo, depois de a sua congénere Renfe ter aceite pagar os custos da circulação das automotoras portuguesas no troço espanhol.
CP mantém ligação entre Porto e Vigo
A fonte explicou que a Red Nacional de los Ferrocarriles Españoles (RENFE) decidiu "suportar a totalidade dos custos da exploração ferroviária entre as cidades espanholas de Tui e Vigo", pelo que a CP vai manter aquele serviço "sem alterações"."O serviço será feito, nos moldes actuais, com o comboio da CP, mas pago, em território espanhol, pela RENFE", sublinhou fonte da administração da CP.
06 julho, 2011
O presidente da CP não conhece a Linha do Minho

O presidente da CP, José Benoliel, não conhece a Linha do Minho.
Só assim conseguimos perceber que surja agora, alarmado, a dizer que, afinal, a centenária ligação Porto-Galiza não vai ficar retida na fronteira mas vai continuar a ir a Espanha.
Mais concretamente… a Tui.
Mas, senhor presidente…, em Tui não passam comboios espanhóis que possam servir de ligação! Como pode comprovar no mapa acima, Tui é um "apêndice" que se liga à rede ferroviária de Espanha na estação de Guillarei.
E em Guillarei passam os seguintes comboios e com os seguintes preços:
Sentido Guillarei-Vigo
Comboio | Hora de partida | Preço |
Trenhotel | 6h51 | 12,50€ |
Regional | 10h17 | 3,35€ |
Trenhotel | 10h49 | 20€ |
Regional | 16h50 | 3,35€ |
Arco | 19h48 | 10,80€ |
Talgo | 21h12 | 12,50€ |
MD | 21h47 | 3,35€ |
Sentido Vigo-Guillarei
Comboio | Hora de chegada | Preço |
MD | 7H22 | 3,35€ |
Arco | 9h53 | 10,80€ |
Talgo | 14h07 | 12,50€ |
Regional | 15h21 | 3,35€ |
Trenhotel | 18h25 | 20€ |
Regional | 19h48 | 3,35€ |
Trenhotel | 22h57 | 12,50€ |
Fonte: www.renfe.es
Ora, considerando que um passageiro da primeira ligação Porto-Vigo desembarcasse em Tui (ou mesmo Guillarei) às 11h35 (Hora Espanhola), a sua ligação para Vigo passará às 16h50, cinco horas e meia depois. Parece-lhe uma proposta séria, senhor presidente?
No sentido inverso, e considerando que o passageiro sai de Vigo na primeira ligação internacional (actual hora de paragem em Tui: 08h28 Hora Espanhola). O primeiro comboio espanhol oriundo de Vigo pára em Guillarei (e não em Tui) às 07h22. Parece-lhe razoável, senhor presidente?
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Porto - Vigo: reacções do outro lado da fronteira (em actualização)
Los empresarios piden una reunión urgente con el Gobierno luso para "salvar" el tren Vigo-Oporto
Una reunión urgente con miembros del nuevo Gobierno de Portugal para que no se suprima definitivamente el tren entre Vigo y Oporto. Es la iniciativa que pone en marcha la Confederación de Empresarios de Pontevedra para evitar la medida anunciada por la empresa pública Comboios de Portugal (CP) a partir del próximo domingo.
Faro de Vigo, com um album fotográfico
Junta da Galiza quer discutir com Passos "permeabilidade" da fronteira
O presidente da Junta da Galiza, Alberto Nuñez Feijóo, espera em breve reunir com o novo primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, para discutir questões relacionadas com a "permeabilidade" da fronteira Galiza e o Norte de Portugal, nomeadamente, as ligações ferroviárias e as portagens.
Jornal de Notícias
Clamor y movilización social en contra de la supresión del servicio ferroviario que une Vigo con Oporto
El anuncio de la supresión del servicio de tren entre Oporto y Vigo ha desatado una tormenta de rechazos. Centrales sindicales, empresarios de Pontevedra, el alcalde de Tui y la sociedad viguesa claman por el mantenimiento de este tren que une a Galicia con Portugal y que según lo anunciado por la compañía Comboios de Portugal dejara de funcionar a partir del próximo domingo.
CorreoGallego
Una reunión urgente con miembros del nuevo Gobierno de Portugal para que no se suprima definitivamente el tren entre Vigo y Oporto. Es la iniciativa que pone en marcha la Confederación de Empresarios de Pontevedra para evitar la medida anunciada por la empresa pública Comboios de Portugal (CP) a partir del próximo domingo.
Faro de Vigo, com um album fotográfico
Junta da Galiza quer discutir com Passos "permeabilidade" da fronteira
O presidente da Junta da Galiza, Alberto Nuñez Feijóo, espera em breve reunir com o novo primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, para discutir questões relacionadas com a "permeabilidade" da fronteira Galiza e o Norte de Portugal, nomeadamente, as ligações ferroviárias e as portagens.
Jornal de Notícias
Clamor y movilización social en contra de la supresión del servicio ferroviario que une Vigo con Oporto
El anuncio de la supresión del servicio de tren entre Oporto y Vigo ha desatado una tormenta de rechazos. Centrales sindicales, empresarios de Pontevedra, el alcalde de Tui y la sociedad viguesa claman por el mantenimiento de este tren que une a Galicia con Portugal y que según lo anunciado por la compañía Comboios de Portugal dejara de funcionar a partir del próximo domingo.
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Politica de Transportes
05 julho, 2011
CP anuncia fim do Internacional Porto - Vigo
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Surpresa nas estações portuguesas com anúncio do fim da ligação a Vigo
Publico 04.07.2011
“É uma linha viável, só não será se existir gestão danosa na empresa”, garantiu um maquinista há mais de 25 anos habituado a fazer os 175 quilómetros que separam a cidade do Porto de Vigo, em Espanha. “Ainda no fim-de-semana, só bicicletas de passageiros que vinham passar o dia ao Porto, eram mais de vinte”, acrescentou o maquinista, que optou por não se identificar.
Embora sendo um serviço partilhado entre Portugal e Espanha, cabe à CP assegurar a ligação, com material e maquinista próprio, entre Porto e Vigo. No entanto, em Tui, em Espanha, o comboio português recebe um maquinista da Renfe, a congénere espanhola.
“Só lá vai para fazer companhia e dizer se há algum problema na linha espanhola, porque eu conheço o trajecto de olhos fechados”, garantiu o português. O problema actual, acrescentou, é o facto de a CP ter deixado de autorizar a venda nas estações portuguesas de bilhetes com origem em Portugal e destino na Galiza, pelo que o trajecto máximo cobrado é até Valença, como se constata na consulta da página de internet da empresa pública.
“É uma linha viável, só não será se existir gestão danosa na empresa”, garantiu um maquinista há mais de 25 anos habituado a fazer os 175 quilómetros que separam a cidade do Porto de Vigo, em Espanha. “Ainda no fim-de-semana, só bicicletas de passageiros que vinham passar o dia ao Porto, eram mais de vinte”, acrescentou o maquinista, que optou por não se identificar.
Embora sendo um serviço partilhado entre Portugal e Espanha, cabe à CP assegurar a ligação, com material e maquinista próprio, entre Porto e Vigo. No entanto, em Tui, em Espanha, o comboio português recebe um maquinista da Renfe, a congénere espanhola.
“Só lá vai para fazer companhia e dizer se há algum problema na linha espanhola, porque eu conheço o trajecto de olhos fechados”, garantiu o português. O problema actual, acrescentou, é o facto de a CP ter deixado de autorizar a venda nas estações portuguesas de bilhetes com origem em Portugal e destino na Galiza, pelo que o trajecto máximo cobrado é até Valença, como se constata na consulta da página de internet da empresa pública.
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Qualidade de Serviço
Mais notícias sobre o encerramento do serviço Porto-Vigo (em actualização)
CP suprime ligação Porto-Vigo para poupar dinheiro via Porto24
Comboios: CP acaba com ligação até Vigo a partir do próximo domingo via Expresso
Utentes e PCP criticam fim das ligações ferroviárias entre Porto e Vigo via JPN
Autarca de Vigo lamenta fim da ligação ao Porto via Público
CP decide suprimir ligação ferroviária a Vigo via Transportes em Revista
CP acaba com ligação até Vigo no domingo. Utentes dizem não haver justificação via Jornal i
CP diz que ligação a Vigo dá prejuízo de 19.600 euros por mês via Jornal i
Funcionários temem que fim do comboio "português" acabe com estação galega de Tui via Jornal i
Fim de comboio para Vigo via Revista Sábado
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Politica de Transportes
Associação teme consequências para peregrinos de Santiago
Ecclesia 05.07.2011
A AEJ - Associação Confraria de São Tiago "Espaço Jacobeus" manifestou a sua preocupação pelo anunciado encerramento da ligação ferroviária entre Porto e Vigo (Espanha), temendo prejuízos para os peregrinos de Santiago de Compostela, na Galiza.
“A supressão desta ligação irá prejudicar os muitos peregrinos – portugueses e estrangeiros – que utilizam este serviço para regressar a Portugal após terem alcançado Santiago de Compostela”, assinala comunicado enviado à Agência ECCLESIA pela AEJ.
A associação refere que em 2010 foram cerca de 8 mil os portugueses que peregrinaram a Compostela, no noroeste da Espanha.
A AEJ - Associação Confraria de São Tiago "Espaço Jacobeus" manifestou a sua preocupação pelo anunciado encerramento da ligação ferroviária entre Porto e Vigo (Espanha), temendo prejuízos para os peregrinos de Santiago de Compostela, na Galiza.
“A supressão desta ligação irá prejudicar os muitos peregrinos – portugueses e estrangeiros – que utilizam este serviço para regressar a Portugal após terem alcançado Santiago de Compostela”, assinala comunicado enviado à Agência ECCLESIA pela AEJ.
A associação refere que em 2010 foram cerca de 8 mil os portugueses que peregrinaram a Compostela, no noroeste da Espanha.
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Qualidade de Serviço
Reacções dos Autarcas: Alcaldes de la eurorregión urgen modernizar el tren Vigo-Oporto en lugar de suprimirlo
Faro de Vigo 05.07.2011 por Alberto Blanco
Los alcaldes de las principales ciudades del Sur de Galicia y del Norte de Portugal hacen un frente común para evitar la supresión del tren Vigo-Oporto, el único que conecta actualmente la comunidad gallega y el país vecino y que, como adelantó FARO, Comboios de Portugal (CP) cancelará el próximo domingo.
La mayoría de los regidores tachan esta decisión de "equivocada" y exigen que el servicio se modernice en lugar de eliminarlo. "Reconozco que es una línea con un nivel muy bajo de ocupación, pero se debe hacer el esfuerzo por parte del Gobierno portugués de mantenerla, exactamente igual que hace el español. El Ministro de Fomento, José Blanco, no quiere que desaparezca", garantiza el alcalde de Vigo, Abel Caballero, quien además apremió al presidente de la Xunta, Alberto Núñez Feijóo, a que "se mueva". "Le aconsejo que se ponga de inmediato en contacto con el nuevo Ejecutivo luso para tratar de restablecer esta línea. Una vez que deje de funcionar restablecerla, aunque sea en mejores condiciones, será muy difícil", advierte.
Los alcaldes de las principales ciudades del Sur de Galicia y del Norte de Portugal hacen un frente común para evitar la supresión del tren Vigo-Oporto, el único que conecta actualmente la comunidad gallega y el país vecino y que, como adelantó FARO, Comboios de Portugal (CP) cancelará el próximo domingo.
La mayoría de los regidores tachan esta decisión de "equivocada" y exigen que el servicio se modernice en lugar de eliminarlo. "Reconozco que es una línea con un nivel muy bajo de ocupación, pero se debe hacer el esfuerzo por parte del Gobierno portugués de mantenerla, exactamente igual que hace el español. El Ministro de Fomento, José Blanco, no quiere que desaparezca", garantiza el alcalde de Vigo, Abel Caballero, quien además apremió al presidente de la Xunta, Alberto Núñez Feijóo, a que "se mueva". "Le aconsejo que se ponga de inmediato en contacto con el nuevo Ejecutivo luso para tratar de restablecer esta línea. Una vez que deje de funcionar restablecerla, aunque sea en mejores condiciones, será muy difícil", advierte.
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Politica de Transportes
O absurdo: Ligação a Vigo dá prejuízo de 19.600 euros/mês
A CP acaba de se justificar com o ridículo prejuízo de 235 000 euros por ano.
Isto significa que se a CP conseguir apenas mais 13 passageiros para cada um dos 4 comboios diários o serviço passa a dar lucro, tendo em conta os 12,5 euros por bilhete!
Ou seja, a CP prefere acabar com um serviço com falhas flagrantes ao nível de conveniência, promoção e conforto, facilmente resolvidos no curto prazo e a baixo custo (sem se falar da muito adiada revitalização da linha) do que tentar conquistar, no mínimo, mais 13 passageiros em cada serviço que efectua!
Rejeitamos totalmente uma estratégia comercial com esta postura, que evidencia a flagrante incompetência em lidar com os desafios com que se depara esta empresa, tornada mais óbvia em casos em que existe um potencial tão evidente como no serviço Internacional na Linha do Minho, com ligação ao centro do Porto e ao serviço de Metro com ligação directa ao Aeroporto Sá Carneiro.
Por este motivo não acreditamos que este serviço possa terminar por esta margem absurda, e não aceitamos que se tomem decisões radicais deste tipo sem que sejam sequer precedidas por uma tentativa séria de abordar as melhorias necessárias no serviço prestado, e assim conquistar mais utentes.
------------------------------------------------------------------------------------------------
Diário de Notícias e Jornal de Notícias 03.07.2011
Isto significa que se a CP conseguir apenas mais 13 passageiros para cada um dos 4 comboios diários o serviço passa a dar lucro, tendo em conta os 12,5 euros por bilhete!
Ou seja, a CP prefere acabar com um serviço com falhas flagrantes ao nível de conveniência, promoção e conforto, facilmente resolvidos no curto prazo e a baixo custo (sem se falar da muito adiada revitalização da linha) do que tentar conquistar, no mínimo, mais 13 passageiros em cada serviço que efectua!
Rejeitamos totalmente uma estratégia comercial com esta postura, que evidencia a flagrante incompetência em lidar com os desafios com que se depara esta empresa, tornada mais óbvia em casos em que existe um potencial tão evidente como no serviço Internacional na Linha do Minho, com ligação ao centro do Porto e ao serviço de Metro com ligação directa ao Aeroporto Sá Carneiro.
Por este motivo não acreditamos que este serviço possa terminar por esta margem absurda, e não aceitamos que se tomem decisões radicais deste tipo sem que sejam sequer precedidas por uma tentativa séria de abordar as melhorias necessárias no serviço prestado, e assim conquistar mais utentes.
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Diário de Notícias e Jornal de Notícias 03.07.2011
A CP justificou hoje a decisão de suprimir a ligação até Vigo por representar um prejuízo mensal de 19.600 euros e afirmou que não deve continuar "a perder dinheiro num serviço operado em território espanhol".
"A prestação do Serviço Internacional entre Valença e Vigo acarreta prejuízos para a CP. Na conjuntura atual, em que a empresa está obrigada a uma rigorosa contenção orçamental e à redução de custos, foi entendido que não se deveria continuar a perder dinheiro num serviço operado em território espanhol", disse hoje à Lusa fonte da CP.
Todos os anos, a CP transporta cerca de 15.500 passageiros no troço Valença/Vigo, que começa no Porto, duas vezes por dia, de segunda a domingo.
"O défice mensal actual é de cerca de 19.600 euros, o que corresponde a um défice anual de cerca de 235.000 euros", acrescentou a fonte.
A mesma fonte acrescenta que o assunto foi abordado com a congénere, Renfe, que "compreendeu os argumentos da CP e mostrou-se indisponível para suportar os custos da totalidade do serviço realizado em território Espanhol".
Desta forma, a empresa portuguesa decidiu avançar com a supressão da ligação internacional a partir de domingo, até porque, sublinha a CP, "o comboio apresenta pouca capacidade competitiva face à rodovia, apresentando esta tempos de deslocação mais rápidos, cerca de 02:00 de autocarro quando o comboio demora 03:20, para preços semelhantes".
Todos os anos, a CP transporta cerca de 15.500 passageiros no troço Valença/Vigo, que começa no Porto, duas vezes por dia, de segunda a domingo.
"O défice mensal actual é de cerca de 19.600 euros, o que corresponde a um défice anual de cerca de 235.000 euros", acrescentou a fonte.
A mesma fonte acrescenta que o assunto foi abordado com a congénere, Renfe, que "compreendeu os argumentos da CP e mostrou-se indisponível para suportar os custos da totalidade do serviço realizado em território Espanhol".
Desta forma, a empresa portuguesa decidiu avançar com a supressão da ligação internacional a partir de domingo, até porque, sublinha a CP, "o comboio apresenta pouca capacidade competitiva face à rodovia, apresentando esta tempos de deslocação mais rápidos, cerca de 02:00 de autocarro quando o comboio demora 03:20, para preços semelhantes".
04 julho, 2011
Autarca de Vigo lamenta fim da ligação ao Porto
Público 04.07.2011
O alcaide de Vigo lamentou hoje a decisão de supressão pela CP do serviço ferroviário que liga aquela cidade galega ao Porto e apelou ao Governo Regional para encetar contactos com Portugal para travar o processo.
Comentando a decisão agora conhecida, Abel Caballero, eleito pelas listas do Partido Socialista galego, ironizou e recordou que o presidente do Governo Regional da Galiza, Alberto Núñez Feijóo, eleito pelo PP, saudou a vitória da direita nas legislativas portuguesas.
“O senhor Feijóo devia mexer-se. Quando foi eleito o novo Governo de Portugal, da mesma cor política, o senhor Feijóo saudou [a vitória da maioria PSD/CDS-PP] dizendo que era muito bom para a Galiza. Agora, que se ponha em contacto imediato para tratar de restabelecer a linha”, apontou Caballero.
O alcaide de Vigo falava aos jornalistas, hoje de manhã, depois de se conhecer a intenção da CP de suprimir a ligação ferroviária internacional, entre aquela cidade e o Porto, a partir de domingo.
“É certo que é uma linha que não tem uma ocupação significativa, mas o seu desaparecimento tem importância, é muito antiga. E, depois de uma linha deixar de funcionar, o seu restabelecimento é muito difícil”, reconheceu ainda.
Abel Caballero, reeleito, em Maio, alcaide de Vigo, garante que vai transmitir aos autarcas que formam o Eixo Atlântico, entre Galiza e Norte de Portugal, “a conveniência de manter esta linha, com muitas dezenas de anos de história”.
“Tem um muito baixo nível de ocupação, mas devia haver um esforço do Governo português de a manter, exactamente igual como o esforço do Governo espanhol, porque é uma linha partilhada”, afirma.
A isto, o autarca socialista de Vigo acrescenta que “o Governo espanhol não quer que esta linha desapareça”.
O alcaide de Vigo lamentou hoje a decisão de supressão pela CP do serviço ferroviário que liga aquela cidade galega ao Porto e apelou ao Governo Regional para encetar contactos com Portugal para travar o processo.
Comentando a decisão agora conhecida, Abel Caballero, eleito pelas listas do Partido Socialista galego, ironizou e recordou que o presidente do Governo Regional da Galiza, Alberto Núñez Feijóo, eleito pelo PP, saudou a vitória da direita nas legislativas portuguesas.
“O senhor Feijóo devia mexer-se. Quando foi eleito o novo Governo de Portugal, da mesma cor política, o senhor Feijóo saudou [a vitória da maioria PSD/CDS-PP] dizendo que era muito bom para a Galiza. Agora, que se ponha em contacto imediato para tratar de restabelecer a linha”, apontou Caballero.
O alcaide de Vigo falava aos jornalistas, hoje de manhã, depois de se conhecer a intenção da CP de suprimir a ligação ferroviária internacional, entre aquela cidade e o Porto, a partir de domingo.
“É certo que é uma linha que não tem uma ocupação significativa, mas o seu desaparecimento tem importância, é muito antiga. E, depois de uma linha deixar de funcionar, o seu restabelecimento é muito difícil”, reconheceu ainda.
Abel Caballero, reeleito, em Maio, alcaide de Vigo, garante que vai transmitir aos autarcas que formam o Eixo Atlântico, entre Galiza e Norte de Portugal, “a conveniência de manter esta linha, com muitas dezenas de anos de história”.
“Tem um muito baixo nível de ocupação, mas devia haver um esforço do Governo português de a manter, exactamente igual como o esforço do Governo espanhol, porque é uma linha partilhada”, afirma.
A isto, o autarca socialista de Vigo acrescenta que “o Governo espanhol não quer que esta linha desapareça”.
Associação Industrial do Minho e utentes contra fecho da linha Porto-Vigo
TSF 03.07.2011
A Associação Industrial do Minho está contra o encerramento da ligação entre o Porto e Vigo, uma posição que também é partilhada pelos utentes desta linha ferroviária.
O presidente da Associação Industrial do Minho ficou surpreendido com o anúncio do encerramento da linha ferroviária entre o Porto e Vigo e lembra que estão em causa relações económicas importantes entre o Norte e a Galiza.
Ouvido pela TSF, António Marques disse ter recebido esta notícia com um «misto de lamentação e surpresa», apesar de a CP ter «toda a legitimidade» para tomar esta decisão.
«Achamos que é mais fácil o enquadramento de ligações comerciais entre Portugal e a Galiza numa altura em que há o problema da introdução [de portagens] nas SCUT e de não saber muito bem como espanhóis pagam quando entram em Portugal», lembrou.
Para António Marques, esta é «mais uma machadada numa oportunidade que o Norte pelas relações comerciais, quer na exportação quer na importação, tem com a Galiza».
«Não quero acreditar que seja uma decisão política até porque o Governo tomou posse há dias. É apenas uma decisão operacional», adiantou o responsável desta associação, que se queixou destas reduções que acontecem sempre a Norte.
António Marques entende a decisão de acabar com a linha Porto-Vigo revela a «insensibilidade de quem decide nas empresas públicas», decisão que espera que possa ser revertida «rapidamente» pelo Governo.
Por seu lado, a Associação de Utentes de Comboios 21 não entende como uma decisão destas pode surgir no Verão, ainda para mais numa altura em que a facturação da linha tinha crescido de 2009 para 2010.
«Temos também dados que nos referem que no lado espanhol não há cuidado na cobrança dos bilhetes», acrescentou Rui Rocha, que lembrou que do lado português apenas se pode adquirir bilhete até Tui.
Rui Rocha lembrou ainda que o revisor espanhol raramente aparece para ver se as pessoas compraram o bilhete até Vigo, uma situação que dificulta a obtenção de receitas.
A Associação Industrial do Minho está contra o encerramento da ligação entre o Porto e Vigo, uma posição que também é partilhada pelos utentes desta linha ferroviária.
O presidente da Associação Industrial do Minho ficou surpreendido com o anúncio do encerramento da linha ferroviária entre o Porto e Vigo e lembra que estão em causa relações económicas importantes entre o Norte e a Galiza.
Ouvido pela TSF, António Marques disse ter recebido esta notícia com um «misto de lamentação e surpresa», apesar de a CP ter «toda a legitimidade» para tomar esta decisão.
«Achamos que é mais fácil o enquadramento de ligações comerciais entre Portugal e a Galiza numa altura em que há o problema da introdução [de portagens] nas SCUT e de não saber muito bem como espanhóis pagam quando entram em Portugal», lembrou.
Para António Marques, esta é «mais uma machadada numa oportunidade que o Norte pelas relações comerciais, quer na exportação quer na importação, tem com a Galiza».
«Não quero acreditar que seja uma decisão política até porque o Governo tomou posse há dias. É apenas uma decisão operacional», adiantou o responsável desta associação, que se queixou destas reduções que acontecem sempre a Norte.
António Marques entende a decisão de acabar com a linha Porto-Vigo revela a «insensibilidade de quem decide nas empresas públicas», decisão que espera que possa ser revertida «rapidamente» pelo Governo.
Por seu lado, a Associação de Utentes de Comboios 21 não entende como uma decisão destas pode surgir no Verão, ainda para mais numa altura em que a facturação da linha tinha crescido de 2009 para 2010.
«Temos também dados que nos referem que no lado espanhol não há cuidado na cobrança dos bilhetes», acrescentou Rui Rocha, que lembrou que do lado português apenas se pode adquirir bilhete até Tui.
Rui Rocha lembrou ainda que o revisor espanhol raramente aparece para ver se as pessoas compraram o bilhete até Vigo, uma situação que dificulta a obtenção de receitas.
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