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23 novembro, 2011
Linhas do Vouga e Oeste não fecham em Janeiro
Via Jornal de Negócios
As linhas ferroviárias do Oeste e do Vouga vão manter o serviço aos passageiros em Janeiro, ao contrário do previsto no Plano Estratégico dos Transportes (PET) apresentado em Outubro passado.
O Governo alega que ainda não estão criadas as condições para assegurar as concessões de transporte rodoviário alternativo naquelas regiões, acrescenta.
Não é uma boa explicação nem nos agrada o desfecho provisório mas esperemos que estas linhas, par de muitas outras, fiquem abertas precisamente por causa das suas muitas vantagens para os utentes, país e economia, após as renovações que foram prometidas e não cumpridas.
Também não compreendemos como este argumento único pode ser sustentado quando a mesma ausência de alternativas existe em linhas que se pretendem encerrar, como Corgo, Leste ou Alentejo.
Leituras adicionais:
Sobre a Linha do Vouga, artigo de Carlos Cipriano
Sobre a Linha do Oeste, artigo no blogue A Nossa Terrinha
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15 outubro, 2011
Confirma-se o pior
Infelizmente confirma-se que o PET (o qual continua inacessível ao público) pede que se elimine parte da Linha do Oeste e do Alentejo, com os serviços rodoviários de compensação (acabando de vez com os transportes colectivos em muitos casos) e um dos comboios internacionais Lisboa-Madrid.
É um grave erro estratégico erodir ainda mais o serviço no Oeste dado o potencial do trajecto e uma violação das promessas feitas que iam no sentido de reabilitar a Linha.Com este encerramento parcial e a continuidade de uma estratégia de cortes graduais e fatais para os serviços, estas linhas ficam mais próximas do seu fecho total e mais longe da possibilidade de alguma vez poderem atingir o seu potencial e passarem a contribuir para um melhor desempenho económico das empresas ferroviárias.
Governo vai desactivar parte da linha do Oeste e do AlentejoLinhas ferroviárias do Oeste e Alentejo perdem serviço de passageiros
Não vamos aceitar que se opere na ferrovia nacional um dos maiores retrocessos da sua história, com reduções que estão em total contradição com a tendência de crescimento do transporte ferroviário em todo o mundo.
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10 agosto, 2011
Comunicado Relativo ao Plano Nacional de Barragens
Transcrevemos aqui um comunicado, da responsabilidade do Movimento Cívico pela Linha do Tua, relativo à aplicação do Plano Nacional de Barragens.
O documento completo pode ser consultado aqui.
I
O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, anulou o contrato de construção do troço Poceirão
– Caia da linha de Alta Velocidade Lisboa – Madrid. Esta obra controversa, que tem figurado
como bandeira da polémica das Parcerias Público Privadas (PPP), representa um investimento de 1,7 mil milhões de euros, apenas uma fatia dos 4% de peso das PPP ferroviárias (cerca de 3 mil milhões de euros) no bolo total das PPP, a esmagadora maioria das quais lançadas nos Governos de José Sócrates (ver documento da Direcção Geral do Tesouro sobre as PPP em http://www.dgtf.pt/ResourcesUser/PPP/Documentos/Relatorios/2010/Relatorio_PPP_2010.pdf ).
Anteriormente orçados em 7 mil milhões de euros, e representando 12% do total das PPP, os
custos com os encargos a assumir pelo Estado (garantia de 30% das receitas esperadas
anualmente por cada barragem às respectivas concessionárias e subsídio à produção de energia eléctrica) e contribuintes (através de impostos e do aumento da tarifa eléctrica) com o
Plano Nacional de Barragens foram recalculados em 16 mil milhões de euros, quase 9,5 vezes
mais que o troço Poceirão – Caia, e cerca de 20% do total do pacote de ajuda externa a
Portugal.
(...)
Postos estes factos, exortamos directamente e com a máxima urgência que se impõe, o
Ministro da Economia e o Primeiro-Ministro a anularem o Plano Nacional de Barragens, sendo que o MCLT subscreve, em conjunto com mais nove ONG nacionais, um memorando a ser entregue ao Governo e à Troika nos próximos dias, contendo esta e mais informação sobre
esta negociata ruinosa e criminosa.
II
O MCLT - Movimento Cívico pela Linha do Tua, congratula-se e congratula a REFER pela sua
resposta, recebida no passado mês de Julho, a um ofício do MCLT de 28 de Março do corrente
ano, no qual indagámos esta empresa pública sobre as consequências das obras de
prolongamento da A4 sobre a Linha do Tua entre Mirandela e Bragança.
1 - Em resposta à vossa primeira questão, confirmamos haver interferências do projecto da
Auto-Estrada A4 com a Linha do Tua;
2 - No que diz respeito à sua segunda questão, informamos que a REFER em conjunto com o
consórcio CAET XXI CONSTRUÇÕES, A.C.E. a quem foi atribuída a execução do projecto, tem
vindo a avaliar e minimizar todas as situações de conflito, requerendo o restabelecimento da
continuidade da Linha do Tua sempre que o projecto da A4 ocupe todo o espaço canal.
III
O MCLT, juntamente com o MCLC – Movimento Cívico pela Linha do Corgo, vai endereçar ao
IMTT e ao Ministério da Economia uma queixa contra a CP, no seguimento do mapa abusivo
que esta continua a expor no seu site (http://www.cp.pt/StaticFiles/Imagens/PDF/Passageiros/mapas/mapa_servicos.pdf ), ilustrando uma Rede Ferroviária Nacional amputada das Linhas do Tâmega, Corgo e Tua, e do Ramal de Cantanhede.
A razão prende-se com a dualidade de critérios patente no tratamento das vias-férreas
encerradas temporariamente e que possuem serviços alternativos de transporte, via táxi ou
autocarro, a cargo da CP, uma vez que troços como o Ramal da Lousã ou a Linha da Beira Baixa entre a Covilhã e a Guarda encontram-se na mesma situação das supra citadas, e no entanto aparecem no mapa.
IV
Disposto a criar um novo paradigma social face ao caminho-de-ferro, no qual, à semelhança do que já se faz há anos noutros países mais desenvolvidos, a própria sociedade tem um papel
activo na exploração, conservação e gestão de troços ferroviários, o MCLT está a lançar as
bases para os seguintes projectos de voluntariado.
(...)
MCLT
Vila Real, 7 de Agosto de 2011
O documento completo pode ser consultado aqui.
I
O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, anulou o contrato de construção do troço Poceirão
– Caia da linha de Alta Velocidade Lisboa – Madrid. Esta obra controversa, que tem figurado
como bandeira da polémica das Parcerias Público Privadas (PPP), representa um investimento de 1,7 mil milhões de euros, apenas uma fatia dos 4% de peso das PPP ferroviárias (cerca de 3 mil milhões de euros) no bolo total das PPP, a esmagadora maioria das quais lançadas nos Governos de José Sócrates (ver documento da Direcção Geral do Tesouro sobre as PPP em http://www.dgtf.pt/ResourcesUser/PPP/Documentos/Relatorios/2010/Relatorio_PPP_2010.pdf ).
Anteriormente orçados em 7 mil milhões de euros, e representando 12% do total das PPP, os
custos com os encargos a assumir pelo Estado (garantia de 30% das receitas esperadas
anualmente por cada barragem às respectivas concessionárias e subsídio à produção de energia eléctrica) e contribuintes (através de impostos e do aumento da tarifa eléctrica) com o
Plano Nacional de Barragens foram recalculados em 16 mil milhões de euros, quase 9,5 vezes
mais que o troço Poceirão – Caia, e cerca de 20% do total do pacote de ajuda externa a
Portugal.
(...)
Postos estes factos, exortamos directamente e com a máxima urgência que se impõe, o
Ministro da Economia e o Primeiro-Ministro a anularem o Plano Nacional de Barragens, sendo que o MCLT subscreve, em conjunto com mais nove ONG nacionais, um memorando a ser entregue ao Governo e à Troika nos próximos dias, contendo esta e mais informação sobre
esta negociata ruinosa e criminosa.
II
O MCLT - Movimento Cívico pela Linha do Tua, congratula-se e congratula a REFER pela sua
resposta, recebida no passado mês de Julho, a um ofício do MCLT de 28 de Março do corrente
ano, no qual indagámos esta empresa pública sobre as consequências das obras de
prolongamento da A4 sobre a Linha do Tua entre Mirandela e Bragança.
1 - Em resposta à vossa primeira questão, confirmamos haver interferências do projecto da
Auto-Estrada A4 com a Linha do Tua;
2 - No que diz respeito à sua segunda questão, informamos que a REFER em conjunto com o
consórcio CAET XXI CONSTRUÇÕES, A.C.E. a quem foi atribuída a execução do projecto, tem
vindo a avaliar e minimizar todas as situações de conflito, requerendo o restabelecimento da
continuidade da Linha do Tua sempre que o projecto da A4 ocupe todo o espaço canal.
III
O MCLT, juntamente com o MCLC – Movimento Cívico pela Linha do Corgo, vai endereçar ao
IMTT e ao Ministério da Economia uma queixa contra a CP, no seguimento do mapa abusivo
que esta continua a expor no seu site (http://www.cp.pt/StaticFiles/Imagens/PDF/Passageiros/mapas/mapa_servicos.pdf ), ilustrando uma Rede Ferroviária Nacional amputada das Linhas do Tâmega, Corgo e Tua, e do Ramal de Cantanhede.
A razão prende-se com a dualidade de critérios patente no tratamento das vias-férreas
encerradas temporariamente e que possuem serviços alternativos de transporte, via táxi ou
autocarro, a cargo da CP, uma vez que troços como o Ramal da Lousã ou a Linha da Beira Baixa entre a Covilhã e a Guarda encontram-se na mesma situação das supra citadas, e no entanto aparecem no mapa.
IV
Disposto a criar um novo paradigma social face ao caminho-de-ferro, no qual, à semelhança do que já se faz há anos noutros países mais desenvolvidos, a própria sociedade tem um papel
activo na exploração, conservação e gestão de troços ferroviários, o MCLT está a lançar as
bases para os seguintes projectos de voluntariado.
(...)
MCLT
Vila Real, 7 de Agosto de 2011
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11 maio, 2011
Existem fantasmas em Campanhã
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31 março, 2011
Cordão Humano na Estação de Vila Real
Comunicado do Movimento Cívico pela Linha do Corgo
"O MCLC – Movimento Cívico pela Linha do Corgo, associa-se ao Cordão Humano à volta da estação de Vila Real, que se realizará no próximo dia 2 de Abril de 2011 (Sábado), celebrando os 105 anos da inauguração da Linha do Corgo com uma acção de protesto contra o atraso na reabertura do troço Régua – Vila Real e a favor da reabertura do troço Vila Real – Chaves.
Para além da conjuntura actual de crise económico-social, agravada no Interior pela falta de acessos e de mobilidade, os quais são componentes fulcrais para o desenvolvimento e competitividade de qualquer região, a sociedade actual não se pode mais dar ao luxo de ser tão dependente de um meio de locomoção tão dispendioso e poluidor como o automóvel."
"O MCLC – Movimento Cívico pela Linha do Corgo, associa-se ao Cordão Humano à volta da estação de Vila Real, que se realizará no próximo dia 2 de Abril de 2011 (Sábado), celebrando os 105 anos da inauguração da Linha do Corgo com uma acção de protesto contra o atraso na reabertura do troço Régua – Vila Real e a favor da reabertura do troço Vila Real – Chaves.
Para além da conjuntura actual de crise económico-social, agravada no Interior pela falta de acessos e de mobilidade, os quais são componentes fulcrais para o desenvolvimento e competitividade de qualquer região, a sociedade actual não se pode mais dar ao luxo de ser tão dependente de um meio de locomoção tão dispendioso e poluidor como o automóvel."
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