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14 outubro, 2016

Modernização da Linha do Minho com verbas repartidas até 2018


As obras de electrificação da Linha do Minho já têm verbas garantidas, mas serão escalonadas anualmente. Em 2016 não podem exceder os 1,8 milhões de euros.



A decisão governamental ganha forma através da portaria publicada em Diário da República, em vigor desde quarta-feira. 

As secretarias de Estado do Orçamento e das Infraestruturas autorizaram a repartição anual, até 2018, dos custos das obras de modernização e eletrificação da Linha do Minho, estimada em mais de 3,7 milhões de euros. 

De acordo com a portaria publicada em Diário da República, a Infraestruturas de Portugal (IP) fica autorizada a "reescalonar" os "encargos orçamentais decorrentes da execução do contrato", não podendo exceder, "em 2016 os mais de 1,8 milhões de euros; em 2017 cerca de 1,5 milhões de euros e, em 2018, mais de 337 mil euros". 

Em causa está a empreitada do troço Nine – Valença da Linha do Minho cujo "início ainda não ocorreu e em que o prazo de execução abrange os anos de 2016 a 2018".

Em Agosto, o Prof. Dr. António Cândido de Oliveira, da Direcção da Associação Comboios XXI, esclarecia assim a sua posição e a importância de todos os cidadãos se envolverem no processo.

23 agosto, 2016

A Linha de Leixões actual - Cab Ride


Neste vídeo é possível ver a actual Linha de Leixões. Aqui um dos habituais comboios de mercadorias faz o túnel em Campanhã que liga a Contumil para depois seguir para Matosinhos. O regresso dos passageiros a esta Linha é de novo uma possibilidade encarada com realismo, com uma proposta ao Governo já aprovada por unanimidade na Câmara de Matosinhos e as pessoas a começar a unire-se em volta da causa. Iremos continuar a seguir com atenção e a dar notícia sobre o que diz respeito a este assunto, como nos compete.

12 agosto, 2016

Linha do Minho: Eletrificação até 2020?

Pode ler-se no Boletim n.º 2 da Associação Comboios XXI (julho de 2016), fazendo eco do que foi dito nos meios de comunicação social que a linha do Minho ficará eletrificada entre Nine e Valença em 2020.

Esta foi a declaração feita, em Barcelos, pelo Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, mas foi apenas uma declaração política. E embora mereçam toda a atenção as declarações políticas, a realidade administrativa é outra coisa.

Para a eletrificação ser real importa que se adjudique a obra a um empreiteiro ( de qualidade) e isso implica abrir um concurso pela IP. Adjudicada a obra, importa que o contrato que lhe serviu de base tenha sido feito com todo o cuidado, prevendo a data de conclusão e entrega da obra (e não é o mesmo janeiro de 2020 ou dezembro do mesmo ano), o acompanhamento qualificado da mesma , medidas a tomar caso o empreiteiro não cumpra e aqui mais importante do que as sanções são as alternativas como, por exemplo, a entrega rápida a outro empreiteiro não vá suceder o mesmo que na eletrificação entre Caíde e Marco.

Ao mesmo tempo e noutro plano, importa que a CP adquira material circulante moderno (com instalações sanitárias!) e assim igualmente abra um concurso, acompanhe a sua execução e preveja medidas alternativas para o não cumprimento do contrato.

Assim sucederá?

É aqui que a opinião pública e com ela nomeadamente as autarquias locais tem um papel da maior importância. Isto não é assunto apenas da IP e da CP, é assunto que nos diz respeito, pois é para nós cidadãos utentes que as obras e a aquisição de material circulante serão feitas.

Por isso, importa desde já perguntar e saber estas e outras coisas: Sabendo-se que o concurso já foi aberto (estava previsto para março de 2016), a obra já foi adjudicada? E a quem? E como estamos de material circulante? Que composições vão ser adquiridas? Quais as suas características? E estarão operacionais em 2020?

Infelizmente, a informação quer da IP quer da CP estão longe de ser exemplo de boa relação com os cidadãos. Parece que estes são vistos por aquelas empresas como um estorvo e não como um aliado (ver o Boletim n.º 2 da Associação).

O nosso papel é antes de mais informar e assim faremos. Não é tarefa fácil quando quem tem a informação não a disponibiliza de modo claro, completo e fácil. O Alto Minho não pode ficar para trás numa linha que para sul é dupla e está eletrificada ( Nine-Porto) e para Norte ( na Galiza) está eletrificada e, em grande parte, tem já autoestradas ferroviárias.

Estamos seguros que as autarquias da região e a CIM do Alto Minho não descansarão na defesa dos direitos das populações respetivas.

António Cândido de Oliveira
(Direcção)

29 fevereiro, 2016

"Andante" vai servir de Arouca a Vila do Conde

No JN:



"O coordenador dos transportes da Área Metropolitana do Porto anunciou, esta segunda-feira, que será alterado o modelo de gestão do Agrupamento Complementar de Empresas Transportes Intermodais do Porto (TIP). Segundo Marco Martins, presidente da Câmara de Gondomar, "a TIP será alterada na sua gestão, também em forma ainda a definir" com o Governo, que hoje mostrou "abertura" quanto a esta questão.

O autarca destacou o facto de esta alteração permitir "generalizar o Andante a toda a Área Metropolitana do Porto (AMP)", ou seja, vai permitir que um cidadão de um dos 17 municípios, quer seja de Gondomar, de Arouca ou de Vila do Conde, possa usar este título de transporte.

"Há uma grande vontade para que a TIP passe para uma outra gestão e seja mais abrangente e inclua toda a AMP", referiu, explicando que esta alteração "inclui um zonamento e a redefinição de algum tarifário", mas "sem agravamento para a população".

Marco Martins frisou que "a revisão do zonamento e a agilização do Andante nos operadores é muito complicada e tem de ser feita".

Esta é uma matéria que tem vindo a ser reclamada pelos autarcas "há dois anos" e "nunca teve feedback", disse, "e agora tem".

A TIP tem como objetivo garantir a implementação de um sistema de bilhética e tarifário comum e exclusivo para as agrupadas e aos operadores de transporte público que desejem aderir ao projeto.

Marco Martins falava aos jornalistas esta manhã, depois de uma reunião que os autarcas dos seis municípios servidos pela Sociedade de Transportes Coletivos do Porto tiveram com o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes."