SEARCH

Mostrar mensagens com a etiqueta segurança. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta segurança. Mostrar todas as mensagens

13 junho, 2011

Descarrilamento de automotora encerra linha do Vouga

Jornal de Notícias 01.06. 2011 (via NGL)

Uma automotora composta por duas carruagens descarrilou, esta quarta-feira de madrugada, na linha do Vouga, sem fazer feridos, informou fonte da Rede Ferroviária Nacional.

Segundo a mesma fonte, o descarrilamento aconteceu cerca das 06.45 horas ao quilómetro 13,750 da linha do Vouga, no sentido Macinhata do Vouga - Águeda.

"A composição tombou para um talude à saída de uma curva", explicou o porta-voz da Refer, José Santos Lopes, acrescentando que a empresa abriu um inquérito para apurar as causas do acidente.
Na automotora, segundo o porta-voz da Refer, seguiam três pessoas (um passageiro, um maquinista e um agente de apoio) que "não sofreram quaisquer ferimentos".

Em virtude deste descarrilamento a linha encontra-se interrompida. "É necessário uma grua de grande capacidade para colocar novamente a automotora em cima dos carris e essa grua só deverá chegar ao local do acidente por volta das 14 horas", disse José Santos Lopes, que estima que a linha não seja reaberta antes do meio da tarde.

12 junho, 2011

Autarcas pedem demissão do Presidente da Refer

Jornal Económico/Lusa 12.06.2011

O executivo da câmara municipal do Entroncamento reclamou a “imediata demissão” do presidente da Refer, Luís Pardal, na sequência de mais uma morte ocorrida hoje na estação ferroviária da cidade.

Ao final da tarde de hoje, um homem de 71 anos foi colhido por um comboio Alfa sem paragem, por não se ter apercebido da sua aproximação.
Os autarcas lamentam o facto de Luís Pardal nunca se ter "dignado sequer a responder aos alertas e apelos feitos" por todos os partidos com eleitos na autarquia, frisando Jaime Ramos que o presidente da Refer nunca quis receber os autarcas.
No comunicado conjunto, os autarcas reclamam os investimentos "necessários, adequados e urgentes exigidos pela falta gritante de condições de segurança" na estação do Entroncamento.

17 maio, 2011

Segurança?


 Já são 3 vezes num mês que são vistas pessoas a "embarcar" nos urbanos do Porto descendo para a linha e alojando-se do lado de fora do comboio, na última composição. Chamo a atenção a quem está no balcão de atendimento na estação, para uma reacção de indiferença inicial que só pode vir do hábito, ligando de seguida aos colegas. Continuará a acontecer até haver uma tragédia?

17 julho, 2010

Acidente ocorreu no troço mais degradado da Linha da Norte

O descarrilamento de nove dos 18 vagões de um comboio de mercadorias, esta tarde, em Válega, ocorreu num troço ainda não modernizado da Linha do Norte e que é considerado o mais problemático deste corredor ferroviário.
A modernização dos 33 quilómetros de via férrea entre Ovar e Gaia tem sido sucessivamente adiada, inicialmente por Mário Lino (durante o primeiro mandato de Sócrates), que mandou parar um projecto que previa pôr a linha com padrões de elevada qualidade e com um considerável aumento da velocidade.

Ana Paula Vitorino, a secretária de Estado dos Transportes de então, deu indicações para a Refer se limitar aos investimentos estritamente necessários com a segurança (sobretudo construção de passagens desniveladas), argumentando que não valia a pena gastar muito dinheiro com a linha do Norte, uma vez que a alta velocidade iria avançar.

Ainda assim, e já com António Mendonça a suceder a Mário Lino, a Refer previa investir este ano naquele troço 19 milhões de euros, a que se seguiriam 20 milhões no próximo ano. Mas o Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) ditou que a melhoria desta linha ficasse, mais uma vez, adiada.

A Refer tem, no entanto, mantido aquele troço com a segurança necessária à circulação de comboios, através de obras de conservação, mas que têm saído muito caras porque a linha está no limite da sua vida útil. Enquanto gestora da infra-estrutura ferroviária, a Refer já ponderou, inclusivamente, limitar naquele troço a velocidade dos comboios (que ali raramente excedem os 120 Km/hora, com excepção de pendulares que podem circular a 140 Km/h) a fim de manter patamares de segurança aceitáveis.

O PÚBLICO apurou que o maquinista de um comboio que precedia a composição acidentada se tinha dado conta de um solavanco estranho provocado por eventual defeito da via. No entanto, ainda é cedo para tirar conclusões sobre a causa do descarrilamento, tanto mais que os últimos dois acidentes deste tipo com comboios de mercadorias na linha do Norte, tiveram origem em defeitos do próprio material circulante.

02 julho, 2010

Comboios: manifesto contra a insegurança

O sindicato da polícia e os utentes da linha de Sintra lançaram um manifesto para alertar para a insegurança nas linhas-férreas urbanas. Sindicato diz que há falta de agentes

A linha de Cascais tem constado das notícias dos últimos dias pelas piores razões, mas a linha de Sintra também já fez as manchetes várias vezes. Multiplique-se o medo e a insegurança dos utentes pelos comboios do país.

Na quarta-feira foram esfaqueados dois jovens num comboio
No fim-de-semana, já um grupo com cerca de 40 jovens tinha provocado desacatos na mesma linha.

Por isso, o Sindicato dos Profissionais da Polícia, o Sindicato da Revisão Comercial Itinerante e a Comissão de Utentes da Linha de Sintra estão, esta quinta-feira, a distribuir um manifesto sobre o «agravamento» da insegurança nas linhas ferroviárias urbanas.
Junto à Estação do Rossio, em Lisboa, muitos cidadãos têm-se dirigido aos promotores da iniciativa «para contar a sua história de assaltos», relatou o dirigente do sindicato da polícia, António Ramos, à Lusa.
Os comboios precisam de reforços policiais, mas, para isso, é preciso «desviarem efectivos de uma área para outra». Consequência:«Mas depois tapa e destapa: tapa os pés, mas destapa a cabeça», criticou.
O sindicalista criticou a falta de meios e deu o exemplo. No Comando Metropolitano de Lisboa, onde «há um défice de 2300 homens». E no Verão ainda é pior. «Também têm de ser distribuídos pelos vários sítios do país nesta altura da época balnear».
Para o dirigente, a solução passa por uma polícia única, em que a GNR deve ser agregada à PSP para que existam «efectivos suficientes».


Fonte: http://diario.iol.pt/sociedade/comboios-inseguranca-assaltos-manifesto--policia-tvi24--/1174554-4071.html